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	<title>Verdade Histórica</title>
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	<description>divulgação revisionista em língua portuguesa</description>
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		<title>Verdade Histórica</title>
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		<title>Carta ao Pres. da República Brasileira, José Sarney</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[S. E. Castan]]></category>

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		<description><![CDATA[S. E. Castan Por conter várias importantes informações, principalmente sobre alemães pós guerra que, conforme parecer de Napoleão Bonaparte são capazes e realmente perseguem seus próprios concidadãos como se fossem inimigos, mediante uma simples parábola (no presente caso a lenda do &#8220;holocausto judeu&#8221;), pois nas prisões alemães tem professores, estudiosos, historiadores, inclusive idosos mofando por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=208&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-57" title="siegfriedellwanger" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/siegfriedellwanger.jpg?w=108&#038;h=96" alt="siegfriedellwanger" width="108" height="96" />S. E. Castan</strong></p>
<p>Por conter várias importantes informações, principalmente sobre alemães pós guerra que, conforme parecer de Napoleão Bonaparte são capazes e realmente perseguem seus próprios concidadãos como se fossem inimigos, mediante uma simples parábola (no presente caso a lenda do &#8220;holocausto judeu&#8221;), pois nas prisões alemães tem professores, estudiosos, historiadores, inclusive idosos mofando por negarem a própria existência de câmaras de gás, que são uma exclusividade dos EUA, transcrevo a carta que enviei no dia 20/2/1988, ao então Presidente da República Sr. José Sarney:</p>
<p>Porto Alegre, 20 de fevereiro de 1988</p>
<p>Ao<br />
Exmo. Sr. JOSÉ SARNEY<br />
Brasília &#8211; D.F.</p>
<p>Prezado Senhor Presidente,<span id="more-208"></span></p>
<p>Sendo V.Excia. uma personagem do meu livro, &#8220;Holocausto Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século&#8221; à pg. 81, tenho a grande satisfação de enviar-lhe um volume.</p>
<p>Junto ao livro, estou enviando uma série de Notas que saíram em jornais e revistas sobre o assunto, e as minhas respostas publicadas exclusivamente pelo &#8220;Correio do Povo&#8221; local.</p>
<p>Trata-se do primeiro livro publicado no Brasil contestando o holocausto judeu, fato que está irritando os círculos sionistas, para os quais nosso país ainda era um santuário, pois era um dos pouquíssimos países onde a lenda dos 6 milhões não tinha sido contestada.</p>
<p>Na Alemanha, POR LEI, não pode ser contestada!!! Para entender isso, bem como o fato dos Governos alemães, até hoje, não terem sido capazes de mandarem publicar UMA ÚNICA Nota contra a difamação, da qual é vítima o povo alemão, pela poluição histórica efetuada através de filmes e livros, é necessário conhecer os seguintes importantes pontos:</p>
<p>1º) Após o término da guerra, quem assumiu o comando da Alemanha foram aqueles aproximadamente menos de 10% de pessoas que votavam contra o nacional-socialismo. Eram portanto ou simples adversários, ou inimigos ou até traidores. Como exemplo maior, poderia ser citado KONRAD ADENAUER, o o primeiro chanceler de pós-guerra e durante 16 anos. Ele havia sido preso em 1933/34 (não descobri o motivo) e tinha uma filha casada com judeu de Nova York. O atual chanceler Helmuth Kohl é apenas uma continuação da corrente; tenho uma sensacional foto ele dando a maior condecoração da Alemanha a Simon Wiesenthal, como &#8220;Benfeitor&#8221;&#8230; (A partir da 22ª edição publicarei o desmarcaramento total dessa &#8220;famosa&#8221; figura, mostrando como ele conseguiu transformar 3 soldados alemães que foram fuzilados pelos norteamericano durante a ofensiva das Ardenas, em dezembro de 1944, nas proximidades de Bastogne, em 3 judeus fuzilados pelos carniceiros nazistas num campo de concentração&#8230;)</p>
<p>Digno de nota ainda é Willy Brandt, cujo verdadeiro nome é Herbert Karl Fraham, judeu, que combateu com as brigadas internacionais vermelhas na Guerra da Espanha, conspirou contra os alemães na Noruega e foi correspondente de jornal norte-americano na Suécia, de onde voltou após a guerra até tornar-se Chanceler&#8230; Dessa turma toda me parece que somente escapou o chanceler Helmuth Schmidt. Nada portanto mais que natural que seguidamente a polícia alemã se antecipar à sionista na &#8220;caça de nazistas&#8221;, que não é dificil pois aproximadamente 90% era&#8230;</p>
<p>2º) Até hoje não foi assinada a Paz entre a Alemanha e os países Aliados;</p>
<p>3º) A Alemanha ocidental está ocupada por aproximadamente 400.000 soldados norte-americanos e a Alemanha Oriental por um desconhecido número de soldados soviéticos. Ambos alimentam a lenda para manter o COMPLEXO DE CULPA incutido, por lavagem cerebral sem precedentes na humanidade, no povo alemão.</p>
<p>Para compreender um pouco melhor o povo alemão convém lembrar as seguintes palavras de Napoleão Bonaparte:</p>
<p>&#8220;Não existe povo mais bondoso e trabalhador como o alemão. Também não existe povo mais CRÉDULO. Nós não necessitávamos semear a discórdia entre eles. Bastava armar nossas redes e eles se atiravam contra ela como gado acoado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não existe povo mais apatetado na face da terra; por uma parábola que espalhávamos em seu meio, eles eram capazes de perseguir seus próprios concidadãos com o mesmo fervor que aos seus inimigos&#8221;.</p>
<p>Apesar de isso ter sido citado ha aproximadamente 180 anos, parece que ainda tem alguma validade&#8230;<br />
Para V.Excia. ter uma idéia do que essa gente está aprontando na Alemanha, informo que no ano passado, na Gustav Heinemann Bürgerhaus (Casa do governo da cidade de Bremen) foi inaugurado um MONUMENTTO DO DESERTOR, isso mesmo, à figura mais repugnante em qualquer país. Só pode ser para se homenagearem a si próprios, os governantes&#8230;<br />
O importante em tudo isso é o MONSTRO chamado IMPRENSA, capaz de transformar um marginal em ídolo e um ídolo em marginal ou pó.</p>
<p>Nestes momentos, repentinamente, num passe de mágica tipo &#8220;Mandrake&#8221;, aparece um coelho e uma coelha, ele chama-se Mikail e ela Raissa e&#8230; &#8220;Glasnost&#8221;, pronto, tudo ficou lindo, os 2 coelhos são os maiores, lamentavelmente não podem candidatar-se às eleições nos EUA para Presidente. Toda a imprensa mundial divulga e promove a dupla. O Comunismo virou JÓIA. Até o Presidente da Federação das Indústrias de S.Paulo já chama o Coelho de Camarada! Por que toda essa promoção? É porque o Sionismo está assumindo o poder na URSS!!!<br />
Quando faleceu Leonid Brejnev (anti-sionista), foi substituido por Andropov (judeu). Gorbachev é protegido de Andropov e sua mulher Raissa é judia. Após sua posse já tivemos a libertação de numerosos &#8220;dissidentes&#8221; (judeus)emigração praticamente livre, a realização do Congresso Mundial Judaico em Budapest, o envio de uma missão para estudar o reatamento de relações com Israel, um afrouxamento de relações com alguns países árabes, antes muito firmes.</p>
<p>Finalmente, assim como fizeram no caso de Stálin, agora estão retirando, das fábricas, vilas, cidades etc. o nome de Leonid Brejnev&#8230; Estuda-se a reabilitação de Leon Trotsky e outros judeus expurgados no tempo de Stálin. Enquanto os nossos comunistinhas estão bem tontos, com estes acontecimentos de trocas de opiniões e comandos, o Sionismo, de acordo com seu programa de domínio mundial, deu mais um passo muito positivo em frente.</p>
<p>Estimado Presidente, lhe desejo de todo coração que saiba enfrentar galhardamente todas as adversidades que se estão apresentando, não esquecendo de contar até 100 caso necessário, antes de querer explodir. Seu posto não serviria para meu gênio.<br />
Sou brasileiro, neto e bisneto de imigrantes alemães, ex-industrial, responsável pela primeira fábrica de tubos galvanizados para água no RGS, a primeira trefilação de barras de aço, a primeira laminação de barras com perfís especiais, a primeira fábrica de fixações elásticas para trilhos ferroviários, etc.</p>
<p>Ao seu inteiro dispôr, envio-lhe minhas mais</p>
<p>Cordiais Saudações</p>
<p>(a) S.E.Castan<br />
PS: Importante notar as acusações<br />
de anti-semita e neo-nazista<br />
para quem tem a hombridade<br />
de denunciar uma pequena<br />
parte das mentiras e farsas<br />
dos dionistas-racistas.</p>
<p>(SEC) -( INFELIZMENTE O EX-PRESIDENTE NÃO RESPONDEU A MESMA )-</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/verdadehistorica.wordpress.com/208/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/verdadehistorica.wordpress.com/208/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=208&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A vitória do guerreiro no suicídio de Hitler</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[João Barcellos]]></category>
		<category><![CDATA[Sionismo]]></category>

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		<description><![CDATA[João Barcellos &#8220;Não devemos obediência a quem se diz Poder em nome de Deus, ou a quem se diz Senhor dos outros pelo mesmo dogma – devemos, sim, ser o integral e autêntico Ser Humano&#8230;&#8221; BARCELLOS, João (Rio de Janeiro/RJ, 1999) 1 O gherman – i.e., o autêntico alemão, guerreiro e conquistador, herdeiro do mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=206&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-198" title="hitler" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/hitler.jpg?w=58&#038;h=96" alt="hitler" width="58" height="96" />João Barcellos</strong></p>
<blockquote><p><em><span style="font-size:x-small;">&#8220;Não devemos obediência a quem se diz Poder</span></em></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>em nome de Deus, ou a quem se diz Senhor</em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>dos outros pelo mesmo dogma – devemos, sim,</em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>ser o integral e autêntico Ser Humano&#8230;&#8221;</em></span></p>
<h4></h4>
<p><span style="font-size:x-small;"><span style="text-decoration:underline;">BARCELLOS, João</span> (Rio de Janeiro/RJ, 1999)<span id="more-206"></span></span></p></blockquote>
<h3><strong>1 </strong></h3>
<p>O <strong><em>gherman</em></strong> – i.e., o autêntico alemão, guerreiro e conquistador, herdeiro do mais profundo Saber filosófico céltico do <strong><em>Ser que Está porque o É na Vida humana</em></strong>, algo que <strong><em>Heidegger</em></strong> (1889-1976) ensinava na sua engenharia filosófica e que nos serve/servirá de guia&#8230;, foi o <strong>Ser </strong>que iluminou o teólogo e reformador alemão <strong><em>Lutero</em></strong> (1483-1546) na sua luta contra o <strong><em>Poder religioso auto-instituído pela estrutura judeo-católica que forma o pilar ideológico do Vaticano</em></strong>.</p>
<p>Ao queimar publicamente uma <strong><em>bula papal</em></strong>, em Wittenberg, <strong><em>Lutero negou-se a ser institucionalmente algemado pelo Poder religioso</em></strong> erigido em nome (e falsamente) de um Catolicismo que, na realidade, foi e é, um <strong><em>império teocrático monarquista dogmaticamente insensível à Espécie humana, porque dominado pela mesma sede mercantilista do gênero hebraico mais doentio</em></strong> (1). A força guerreira desse vero e autêntico <strong><em>gherman</em></strong> que foi <strong><em>Lutero</em></strong> possibilitou um <strong>diálogo eclesiástico</strong> tão forte quanto aquele que travaram os <strong>doutores da Igreja católica</strong> para falsearem, ou darem outros rumos semânticos, à <strong>Palavra/mensagem</strong> filosoficamente proferida por <strong><em>Jesus</em></strong>, sim, foi quando o divinizaram contra a própria <strong>Mensagem </strong>-, e de onde &#8220;(&#8230;) resultou <strong><em>não a morte de Jesus, mas o suicídio de um Cristo </em></strong>na forma mais radicalmente humana de negar as algemas do <strong><em>Poder religioso</em></strong> cegamente instituído. Esse <strong><em>guia espiritual e social </em></strong>[o <strong>cristo</strong>] de nome <strong><em>Jesus</em></strong> opôs-se às algemas&#8230;&#8221;(2).</p>
<p>Antes de <strong><em>Lutero</em></strong> e de <strong><em>Jesus</em></strong>, outros filósofos já haviam confrontado os <strong>poderes instituídos contra a Humanidade que cada Ser carreia</strong>, e entre eles <strong><em>Sócrates</em></strong> (470-399 aC)&#8230; esse grego fabuloso que nos ensinou/ensina a <strong>ver a Vida em nós mesmos e a lutar pela Humanidade que somos, individual e coletivamente</strong>, tese anti-dogmática apreendida e aplicada por <strong><em>Jesus</em></strong> através da <strong>Palavra sócio-antropológica embasada na Liberdade</strong>. Sim, com <strong><em>Lutero</em></strong> aconteceu o mesmo: o reformador teológico teve de lutar bravamente <strong>contra a Verdade imposta</strong>, no que demonstrou ser aquele <strong><em>gherman</em></strong> à altura da <strong>História humana</strong>.</p>
<h3><strong>2 </strong></h3>
<p>O que tem tudo isto a ver com o <strong><em>Nacional-Socialismo alemão</em></strong> e com <strong><em>Hitler</em></strong>&#8230;?!</p>
<p>Quando no final do Séc. XIX, o jornalista judeu <strong><em>Theodor Herzl</em></strong> (1860-1904) criou o <strong>Movimento Sionista para o estabelecimento do Estado de Israel</strong>, ele mais não fez do que <strong><em>recriar politicamente as estruturas do Poder religioso hebraico</em></strong>, aquele que, aliado ao <em>Imperium Romanum</em>, <strong><em>justiçou Jesus porque ele opunha-se, social e historicamente, ao dogma do ‘povo hebreu, o eleito de deus’</em></strong>&#8230; Para o continuísmo do dogma, o <strong><em>Ser hebreu</em></strong> nega a Humanidade e desenvolve a sua exploração desenfreada. Foi esse <strong>dogma sionista que fez de Jesus um </strong><em>cristo</em> <strong>suicida</strong> –, e entendamos a questão: assim, ele eternizou-se na <strong>História</strong>, permitiu-se morrer para salvar a sua <strong><em>Palavra/mensagem de Humanidade autêntica</em></strong>&#8230; Aquele movimento iniciado por <strong><em>Herzl</em></strong> gerou repugnância em toda a Europa, porque o <strong>Capitalismo ferozmente mundializado durante os colonialismo da Era Quinhentista teve o Ser hebreu como mola ideológico-financeira</strong>, particularmente a exploração desenfreada que atingíu os <strong>Povos negros</strong> e os <strong>Povos da floresta do Novo Mundo</strong>. Com essa repugnância culturalmente assimilada, a Europa não era um ‘ninho’ bom para o <strong><em>neo-Sionismo</em></strong>, que carecia do <em>‘algo politicamente forte como base’</em> para se impulsionar&#8230;</p>
<p>Em razão das altísimas taxas de juros e de uma Economia segregacionista [<em>o Pobre deve continuar Pobre para o Rico ser mais Poder(oso) ainda</em>] levada a cabo pelos banqueiros judeus sediados e nascidos na Alemanha, o <strong><em>Ser gherman</em></strong> vivenciava o Caos social no início do Séc. XX. Mas embora o judeu alemão atinasse por uma política econômica e financeira de maior abertura na própria Alemanha, os segregacionistas do <strong><em>neo-Sionismo</em></strong> perceberam na eleição de <strong><em>Hitler</em></strong>, em 1933, aquele <em>‘algo politicamente forte como base’</em> que poderia, em <strong>auto-sacrifício (= holocausto)</strong>, proporcionar a quebra da Cultura anti-sionista da Europa.</p>
<p align="center">(<span style="text-decoration:underline;">Iludir e escravizar os povos</span> era a bandeira</p>
<p align="center">que em 1840 brandia o judeu <strong><em>Haim Montefiore</em></strong>,</p>
<p align="center">e ia mais longe, a declarar que</p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">enquanto não se achar em nossas mãos</span></p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">a Imprensa do mundo inteiro,</span></p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">tudo o que fizermos</span></p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">será infrutífero</span>. Os neo-sionistas</p>
<p align="center">refletiram sobre essas ‘máximas’ e</p>
<p align="center">agiram, como se pode verificar pela simples</p>
<p align="center">leitura do ‘Protocolos dos Sabios de Sião’.</p>
<p align="center">Na segunda década do Séc. XX</p>
<p align="center">a Imprensa já estava nas mãos</p>
<p align="center">do <strong><em>Sionismo</em></strong>&#8230;)</p>
<p align="center">
<p>O <strong><em>neo-Sionismo</em></strong>, poucas semansa depois da eleição, livre e democrática, de <strong><em>Hitler</em></strong>, mandou publicar mundialmente a seguinte declaração: <strong><em>&#8220;Declaração de guerra judaica à Alemanha. Decisões de todo o mundo comercial judaico, apontam para o corte total da comercialização com a Alemanha (&#8230;) Um boicote conjugado dos compradores judeus executará um pesado golpe no comércio exterior alemão&#8221;</em></strong> (a nota foi também publicada na edição de <em>24.03.1933</em> do <strong>Daily Express</strong>).</p>
<p>Assim foi dado início ao <strong><em>auto-sacrifício (=holocausto) judaico que levaria à construção colonial do Estado de Israel</em></strong>&#8230;! O <strong><em>Ser hebreu</em></strong> (3), de forma geral, servíu de oferenda aos desígnios político-religiosos do <strong><em>neo-Sionismo</em></strong>.</p>
<p align="center"><strong><span style="font-size:medium;">3</span></strong></p>
<p>E que <strong><em>Ser gherman</em></strong>, no conjunto da Alemanha empobrecida e dividida pelos judeus, pod(er)ia enfrentar o <strong>boicote sionista político-religioso de amplitude econômica e desferido globalmente</strong>&#8230;?</p>
<p>Foram poucos os civis e os militares do <strong><em>Nacional-Socialismo alemão</em></strong> que logo tiveram a percepção ideológico-cultural do <strong>gesto louco e radical do neo-Sionismo</strong>. Entre eles, <strong><em>Hitler</em></strong>. É que <em>&#8220;&#8230;o boicote dos financistas e comerciantes judeus contra o comércio e a indústria alemãs fez o Povo alemão se unir – e, aí, como afirma e muito bem o poeta João Barcellos, os judeus tornaram-se mais uma vez uma seita em fuga&#8230;, pelo que, com ou sem ‘holocausto’, a Europa, ali personalizada na Alemanha, ‘comera’ a isca sionista</em>&#8221; (4), o que equivale a dizer que os neo-sionistas haviam conseguido os seus intentos.</p>
<p>A certeza disso estava na ordem dada por <strong><em>Hitler</em></strong> a todos os dirigentes superiores do <strong><em>Nacional-Socialismo alemão</em></strong>: ninguém se deixará algemar em caso de queda, a <strong>erva fatal</strong> deve ser mastigada antes. A sede mercantilista dos judeus, que havia forçado <strong><em>Jesus</em></strong> ao suicídio, iria fazer mais vítimas&#8230;</p>
<p>Excessos militares e civis foram cometidos pela <strong>Ordem nazi</strong>, sim, mas pior do que isso foi o boicote sionista decretado mundialmente contra a Alemanha!, e sendo <strong>o Poder religioso hebraico &#8211; onde estruturalmente está o Ser sionista &#8211; um Poder fascizante</strong>, o que ainda hoje se manifesta na bárbara colonização da Palestina com o sempiterno apoio do <strong>Poder ocidental</strong>&#8230;, é certo que <strong><em>Hitler, comandante da Ordem nazi</em></strong>, não se entregaria aos <strong>Aliados ocidentais do Poder religioso-sionista</strong>. Na queda da <strong>Ordem nazi</strong> o dirigente máximo, que levou o <strong><em>Ser gherman</em></strong> a se reencontrar, espiritual e fisicamente, não foi crucificado/algemado (como queriam os seus inimigos), ele permitiu-se o suicídio contra o <strong><em>Terror(ismo) sionista</em></strong>, e está na <strong>História</strong> até hoje, enquanto o <strong>Poder religioso-sionista</strong> luta colonialmente para se achar&#8230;!</p>
<p>Tal como os <strong><em>Dea Sea Scrolls (Manuscritos do Mar Morto)</em></strong> ainda nos reservam muitas surpresas políticas, religiosas e históricas, na lenta e atenta leitura do seu código <em>Pesher</em>, também a lenta e atenta leitura da <strong><em>Documentação Secreta Da II Guerra Mundial</em></strong> vai mostrar que <strong><em>o Holocausto foi pensado e desenvolvido pelo neo-Sionismo</em></strong>, sendo aí os <strong><em>Aliados</em></strong> meros coadjuvantes militares e diplomáticos, tal como acontece hoje na defesa radical do Estado de Israel&#8230; <em>quem deve uma vez, deve sempre</em>&#8230;, lá diz o ditado do mercador judeu!</p>
<h3><strong>4 </strong></h3>
<p>Esta <strong>leitura histórica comparada</strong> (5) – e recordo que <strong><em>Herodoto</em></strong> (484-420 aC), foi considerado um ‘historiador mentiroso’ até que a moderna <strong>Arqueologia </strong>achou muito da <strong>História</strong> por ele registrada&#8230; – há de permitir outras leituras sobre a <strong>II Guerra Mundial</strong> e sobre <strong><em>o papel político de Hitler na defesa da europa anti-sionista e do Ser gherman</em></strong>.</p>
<p>O que <strong>não se pode é viver cegamente </strong>porque os dogmas de uns poucos são mantidos, religiosa e politicamente, como base de poderes instituídos.</p>
<p>O que não se pode é deixar de <strong><em>viver o Ser Humano que somos</em></strong>, porque outros se acham ‘divinamente’ acima de nós&#8230;!</p>
<p>Notas</p>
<ol>
<li>CEDRÓN, Marc – in Pal., p/ Grupo Granja, Rio de Janeiro/Br., 1999</li>
<li>BARCELLOS, João – in <em>Temas Sobre O Suicídio</em>, São Paulo/Br., 1999</li>
<li>O ‘Ser hebreu’ mantém escolas superiores que tratamacademicamente do Holocausto, em todo o Mundo&#8230; Quando será dado o próximo golpe auto-sacrificial?!</li>
<li>OLIVEIRA, Tereza – in <em>O Ser Que Somos</em>, pal., p/ Grupo Granja, Buenos Aires/Arg., 1996</li>
<li>Entre as várias fontes de estudo sobre este tema está o trabalho publicado, em livro e na internet, pela Editora Revision/Br.</li>
</ol>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/verdadehistorica.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/verdadehistorica.wordpress.com/206/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=206&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Afinal quem começou a Segunda Guerra</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Joaquim Lança]]></category>

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		<description><![CDATA[Joaquim Lança Correm Mundo, para servir a verdade e fundamentar a História, os documentos oficiais, publicados no original, dos arquivos do antigo Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco, apreendidos na altura em que os alemães ocuparam Varsóvia. Por eles se verifica e prova a duplicidade de carácter dos dirigentes da Polónia mantida nas negociações e conversas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=204&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Joaquim Lança</strong></p>
<p>Correm Mundo, para servir a verdade e fundamentar a História, os documentos oficiais, publicados no original, dos arquivos do antigo Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco, apreendidos na altura em que os alemães ocuparam Varsóvia. Por eles se verifica e prova a duplicidade de carácter dos dirigentes da Polónia mantida nas negociações e conversas com o Gverno alemão; e a teimosia inqualificável com que os anglo-americanos da mesma têmpera, ajudados por Paris, exploravam o insensato orgulho dos polacos, cujo braço e ânimo armavam sistemáticamente contra a Alemanha. Na realidade, os referidos documentos mostram, «com tôda a clareza, onde se devem procurar os fomentadores e instigadores da guerra, os meios de que se serviam e os fins que se propunham».<span id="more-204"></span></p>
<p>Em meados de Agosto de 1939, o Chanceler do Reich recebeu o embaixador da Polónia em Berlim e encarregou-o de transmitir aono o desejo da Alemanha de chegar a um acordo que, respeitando e equilibrando os interesses das duas nações, liquidasse a maldita questão do corredor de Dantzig. O caminho estava aberto desde Pisudski e a solução encontrada com o moderno e bem situado porto de Gydnia. Desvairados com a garantia franco-britãnica, os dirigentes polacos destenderam a propostae insinuaram, mais uma vez, a sua disposição de voltar a discutir o caso triunfalmente, em Berlim&#8230;Hitler, com a sua habitual franqueza, chamou-os à razão, declarando-lhes conhecer bem o valor do exército polaco e que este se arricava a ser vencido em poucos dias&#8230;</p>
<p>Aproveita-se o incidente para desencadear contra a Alemanha a fúria armada da conspiração internacional, desde há muito em actividade. O Chanceler, consciente da gravidade da situação, tenta o último esforço em defesa da paz. Apresenta ao Governo de Varsóvia uma proposta definitiva, que se compõe de dezasseis pontos, regulando com toda lealdade a quetão do «corredor» de Dantzig e os problemas respeitantes às boas relações dos dois países. O notável escritor sueco Sven Hedin aprecia nos seguintes termos o referido documento:</p>
<p>«Os actos diplomáticos da História moderna não conhecem outro documento que comporte tanta moderação e compreensão a respeito das necessidades de outro país. O facto da Pólónia não ter julgado útil acusar a recepção, só pode explicar-se pela sua confiança nas promessas da Grã-Bretanha e da França, e sobretudo no apoio dos Estados-Unidos, que Roosevelt confirmou à Polónia pelos seus delegados em Varsóvia e Paris».</p>
<p>Londres divulgou, nessa altura, que a proposta alemã fora enviada tão tarde, que o governo polaco não teve tempo de responder; e que a entrada das tropas alemãs na Polónia se efectuou de maneira tão rápida, que esta proposta não procedia de sérias intenções. Mais uma vez Londres faltava à verdade !</p>
<p>Efectivamente, na edição da tarde do «Daily Telegraph» de 31 de Agosto de 1939 &#8211; jornal ligado ao «Foreign Office» &#8211; encontra-se a notícia da reunião do Gabinete britânico. Lá se diz, claramente, que o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reich enviara ao embaixador britânico em Berlim, Mr. Neville Henderson, as propostas alemãs relativas à liquidação pacífica do conflito germano-polonês. Transmitidas em demora a Londres, o Governo inglês, numa nota publicada em 28 de Agosto do referido ano, declarou-se pronto a aceitar a mediação junto da Alemanha. O Gabinete de Londres &#8211; acentua Sven Hedin &#8211; transmitiu o memorando alemão a Varsóvia e, após o recebimento deste, o governo polaco decretou a mobilização geral.</p>
<p>A prudência e a decisão de Hitler, na emergência, faziam cair a máscara, ruidosamente, dos políticos fomentadores da guerra ! E aconteceu que, recolhida a primeira edição do citado quotidiano londrino, com a notícia das deliberações do Gabinete inglês, foi depois atirada para a rua a segunda, suprimindo-se nela a frase terrível, &#8211; segundo a qual a Polónia ordenara a mobilização geral, depois do recebimento das propostas alemãs !</p>
<p>Faça o leitor os comentários que o caso merece.</p>
<p>revista <em>A Esfera</em> de Agosto de 1944</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/verdadehistorica.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/verdadehistorica.wordpress.com/204/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=204&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Indústria sionista da indemnização</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Barcellos]]></category>
		<category><![CDATA[Sionismo]]></category>

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		<description><![CDATA[João Barcellos &#8220;A perseguição indenizatória dos sionistas só pode ser comparada ao holocausto gerado contra eles mesmos&#8230;&#8221; (OLIVEIRA, Tereza de – in O Sionismo Contra o Estado Israelita, pal., Grupo Granja/Br., 1997) Recordar as palavras da saudosa poeta e artista plástica galaico-brasileira Tereza de Oliveira, no que se refere à busca incontrolada de dinheiros nos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=202&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>João Barcellos</strong></p>
<blockquote><p><span style="font-size:x-small;">&#8220;A perseguição indenizatória dos sionistas<br />
</span><span style="font-size:x-small;">só pode ser comparada ao holocausto</span><br />
<span style="font-size:x-small;">gerado contra eles mesmos&#8230;&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">(<span style="text-decoration:underline;">OLIVEIRA, Tereza de</span></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">– in O Sionismo Contra o Estado Israelita, pal., Grupo Granja/Br., 1997)<span id="more-202"></span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-size:x-small;">Recordar as palavras da saudosa poeta e artista plástica galaico-brasileira <em>Tereza de Oliveira</em>, no que se refere à busca incontrolada de dinheiros nos bolsos da Humanidade por parte do Movimento Sionista, é recordar que todos os dias enfrentamos essa Verdade: o Sionismo alimenta-se de fraudes históricas e, com elas, abastece a Imprensa mundial (que controla parcialmente) e a <span style="text-decoration:underline;">Indústria Política da Indenização</span>.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Depois do fiasco de um livro sobre a hipotética participação ativa da IBM na estratégia política anti-sionista do Nacional-Socialismo alemão, eis que, em Abril de 2001, os brasileiros obrigam-se a receber em São Paulo a bestialidade sociopata na pessoa de <em>Edgar Bronfman</em>, atual presidente do Congresso Mundial Judaico, que aqui reúne os simpatizantes eternos da <span style="text-decoration:underline;">Indústria Política da Indenização</span>, com direito, é claro, a notas personalizadas em jornais como O Estado de S. Paulo e outros veículos amigos. Diz <em>Bronfman</em> que existem &#8220;novas possibilidades de indenizações aos sobreviventes do Holocausto, que foram submetidos a trabalhos forçados ou escravos&#8221; (in <em>OESP</em>, persona, 19.04.2001). Será que dentro de mil anos a Humanidade ainda terá de ouvir o choro ganancioso e estupidamente orquestrado pela política sionista?&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Enquando o Estado israelita massacra o Povo palestino e ocupa a terra da Palestina com apoio e financiamento dos EUA, o Movimento Sionista ataca social e politicamente na frente da <span style="text-decoration:underline;">Indústria Política da Indenização</span>. Até parece o bloqueio mundial definido e executado pelos sionistas, a partir de 1933, contra a Alemanha que Hitler tinha começado a tirar da miséria econômica&#8230;!</span></p>
<blockquote><p><em><span style="font-size:x-small;">&#8220;A obtenção do Poder<br />
</span></em><em><span style="font-size:x-small;">sobre a carcaça dos povos indefesos pela submissão econômica</span></em><br />
<em><span style="font-size:x-small;">é o que sustenta a estratégia do Movimento Sionista,</span></em><br />
<em><span style="font-size:x-small;">causa que deve ser combatida</span></em><br />
<em><span style="font-size:x-small;">energicamente pelas pessoas</span></em><br />
<em><span style="font-size:x-small;">conscientes da Verdade histórica em relação</span></em><br />
<em><span style="font-size:x-small;">à Morte que o Sionismo engendrou para si mesmo,</span></em><br />
<em><span style="font-size:x-small;">e no qual condena a própria etnia judaica&#8221;</span></em></p>
<p><span style="font-size:xx-small;">(<span style="text-decoration:underline;">BARCELLOS, João</span></span></p></blockquote>
<ol>
<li>
<ol>
<li><span style="font-size:xx-small;">O Holocausto Como Morte Anunciada Pelos Próprios Sionistas,</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<blockquote><p><span style="font-size:xx-small;">Ou As Vítimas Da Farsa, pal., Rio de Janeiro/Br., 1988)</span></p></blockquote>
<p><span style="font-size:x-small;">Se por um lado impressiona a agressividade sionista em torno da demanda indenizatória, por outro, impressiona mais (pela coragem assumida publicamente) a atitude consciente, porque de autenticidade, das ainda poucas pessoas que combatem a ânsia sociopata sionista – essa bestialidade política que, repito, deve ser combatida antes que acabe com a Humanidade (no que Hitler – e reconheço que houve militarmente atrocidades que deveriam ter sido evitadas – tinha razão)!</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Obviamente, os sionistas da <span style="text-decoration:underline;">Indústria Política da Indenização</span> não se reúnem em cervejarias, como os nazis autênticos, sim, em luxuosos restaurantes nas grandes metrópoles. Quem paga a conta? Perguntem a <em>Edgar Bronfman</em>, porque do meu bolso ele não leva nada!</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/verdadehistorica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/verdadehistorica.wordpress.com/202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=202&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A estética ideológica do sionismo na morte lenta da humanidade</title>
		<link>http://verdadehistorica.wordpress.com/2009/01/09/a-estetica-ideologica-do-sionismo-na-morte-lenta-da-humanidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Barcellos]]></category>
		<category><![CDATA[Sionismo]]></category>

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		<description><![CDATA[João Barcellos &#8220;Calmo no falsa morte (&#8230;) O livro ocluso&#8230;&#8221; - PESSOA, Fernando &#8220;o povo o é na raiz étnica abraça outros povos mas não pode dominá-los na força e ainda ser arauto da ética a palavra faz o mundo como fez castelos mas também é falsa e também é poética&#8221; - BARCELLOS, João O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=200&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-119" title="soldadoisraelita" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/soldadoisraelita.jpg?w=127&#038;h=96" alt="soldadoisraelita" width="127" height="96" />João Barcellos</strong></p>
<p><em><span style="font-size:x-small;">&#8220;Calmo no falsa morte (&#8230;)</span></em></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>O livro ocluso&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">- PESSOA, Fernando</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>&#8220;o povo o é na raiz étnica </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>abraça outros povos mas não pode dominá-los </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>na força e ainda ser arauto da ética </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>a palavra faz o mundo como fez castelos </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>mas também é falsa e também é poética&#8221; </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">- BARCELLOS, João <span id="more-200"></span></span></p>
<p>O <em>conceito</em> de <strong>Vida</strong> que temos, com excepção da opção meramente existencial da maioria dos &#8220;<em>povos que se autodenominavam Celtas&#8221; </em>(<strong><em>FABRE D’OLIVET, Antoine</em></strong> – in <em>História Filosófica Do Gênero Humano</em>, ensaios, Paris/Fr., 1901, e Rio de Janeiro/Br., 1991), é uma vivência quase mecânica do <strong><em>é preciso dar para receber</em></strong>, bandeira bem <strong><em>árabe</em></strong>, no geral, e mais <strong><em>semita</em></strong>, no seu particular mercantilista, e que já o era mais de um milênio antes de <strong><em>Jesus</em></strong> – o <em>cristo</em> crucificado pelos <strong><em>judeus</em></strong> com beneplácito do <strong><em>Império romano</em></strong>, como hoje é contra os <strong><em>palestinos</em></strong> sob os auspícios do <strong><em>Eixo Imperial yankee-britânico</em></strong>, e o foi no domínio econômico da Europa durante a <strong><em>Odisséia Marítima luso-castelhana</em></strong>, nos Séc XV e XVI, particularmente no <strong><em>Escravagismo afro-brasileiro</em></strong> (<strong><em>BARCELLOS, João</em></strong> – <em>500 Anos De Brasil</em>, ensaios, Ed. Edicon, São Paulo/Br., 2000, e <em>Exuberância e Folia no Mar-de-Longo</em>, poema épico, Ed. CosvisSom, São Paulo/Br., 1999; <strong><em>LIEBMAN, Simon</em></strong> – in <em>New World Jewry 1493-1825</em>; <strong><em>OLIVEIRA, Tereza de</em></strong> – in <em>A História Em Revisão</em>, art., p/ jornal Letras Fluminenses, Rio de Janeiro/Br., 1992 e jornal Gazeta de Cotia, São Paulo/Br., 2001)&#8230; Uma vivência religiosamente globalizada pelo <strong><em>sistema judeo-cristão de dominação e apuro (branqueação) rácico</em></strong> que os <strong><em>povos europeus</em></strong>, embora submetidos a esse <strong><em>Poder</em></strong> financeiro no <strong><em>endividamento pelos juros</em></strong> (ontem como hoje), nunca deixaram de o combater, porque <strong><em>povos oriundos do conceito castrense de liberdade individual e coletiva etnicamente assumida</em></strong>, essa liberdade que a <strong><em>Cultura céltica</em></strong> disseminou e nela gerou a matriz cultural da Europa, e daí – note-se e anote-se&#8230;, o <strong><em>anti-semitismo</em></strong> encontrado entre os europeus desde que, <em>entre <strong>castros</strong></em>, Portugal tornou-se a primeira nação de arraiais com fronteiras globalmente definidas!</p>
<p>Se o <strong><em>conceito mercantilista judeo-cristão</em></strong> gerou a <strong><em>globalização de interesses</em></strong>, gerou, também, uma <strong><em>tendência oposicionista</em></strong>, mais precisamente quando a <strong><em>Burguesia</em></strong><em> capitalista</em> assumiu a Europa e o Novo Mundo (as Américas) após a <strong><em>queda do Império papal do Vaticano</em></strong> (que já se previa desde as trapaças dos dois tratados assinados em <strong><em>Tordesilhas</em></strong>, no Séc XV, para a <strong><em>divisão do Mundo</em></strong> em duas partes), e mais radicalmente aquando do nascimento do <strong><em>Sionismo</em></strong>, ideologicamente estabelecido nos <strong><em>Protocolos dos Sábios de Sião</em></strong>, em 1890, instante em que o jornalista austríaco <strong><em>Theodor Herzt</em></strong> achou o melhor para a discussão e estabelecimento de um <strong><em>Estado de Israel</em></strong> nas <strong><em>terras da Palestina</em></strong> &#8211; que, para aquele intelectual, seria o <strong><em>fim das hostilidades européias contra os judeus</em></strong>; e, realmente, o <strong><em>Estado sionista</em></strong> foi levantado em 1948 com o apoio da <strong><em>Declaração de Balfour</em></strong>, de 1917, na qual a Inglaterra colocou-se ao lado dos &#8220;sábios de Sion&#8221;; logo, a <strong><em>Ocupação das terras palestinas deu-se (e assim continua em 2001) pela Colonização imperialista através do Movimento Kibbutz, i.e., a tomada socialista (&#8230;?!) das terras despejando os palestinos&#8230;!</em></strong></p>
<p>O <strong><em>anti-semitismo</em></strong> iniciou-se com a vontade místico-mercantil de tornar o <strong><em>Cristianismo</em></strong> uma igreja ampla, católica (i.e., universal) e imperial, disposição que nunca deixou de ter alianças estratégicas com o <strong><em>Judaísmo</em></strong>, apesar da bárbara e nunca julgada <strong><em>Inquisição católica</em></strong> dos Séc. XVI e XVII e da repulsa geral européia durante a primeira metade do Séc. XX; por isso, quando em 1933 (30 de Março) a <strong><em>Central-Vereín Zeitung</em></strong> dos judeus alemães declarou que &#8220;<em>(..)por cada boicote que é feito contra a Alemanha, nós, os alemães-judeus, somos atingidos da mesma forma que cada alemão&#8221;</em>, estava a responder radicalmente contra o comunicado <em>&#8220;Declaração de guerra judaica à Alemanha&#8230;&#8221; </em>publicado pelo <strong><em>Sionismo</em></strong> em 24 de Março de 1933 na edição do <strong><em>Daily Express</em></strong>, pelo que <strong><em>o conceito místico-mercantil judaico achou-se prejudicado pela limpeza econômica defendida por Hitler na Alemanha, então dominada pelos fanáticos comerciantes sionistas</em></strong>.</p>
<p align="justify"><span style="font-size:small;"><em>&#8220;<strong>Um boicote conjugado dos compradores judeus executará um pesado golpe no comércio exterior alemão</strong>&#8220;</em>, anunciara aquela bárbara declaração de guerra contra a Alemanha, nação que o <strong><em>Judaísmo</em></strong> dominava comercialmente a <em>bel-prazer</em> gerando <strong><em>a miserabilidade social que cegou politicamente muitos alemães&#8230;e muitos outros europeus</em></strong>.</span></p>
<p>Tais documentos e &#8220;<strong><em>a História é feita de documentos e não de Estórias&#8230;</em></strong>&#8221; (<strong><em>BARCELLOS, João</em></strong> – in <em>O Drama Do Ser</em>, pal., Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/Br., 1991), comprovam que <strong><em>a Alemanha e o Nazismo</em></strong> responderam à declaração de guerra econômica do <strong><em>Sionismo</em></strong>: ora, <em>&#8220;(&#8230;) guerra é guerra, não se derramam lágrimas de crocodilo depois de incentivá-la e de passar pelos horrores que ela provoca!&#8221; </em>(<strong><em>BARCELLOS, João</em></strong> – in <em>A Resistência Céltica Aos Romanos</em>, pal., Rio de Janeiro/Br., 1987). A própria <strong><em>comunidade judaica alemã</em></strong>, em comunicado de Berlim, diria no mesmo dia da publicação da &#8220;Declaração&#8230;&#8221;, e com assinatura de <strong><em>Loewenstein</em></strong>, presidente da liga local, que <em>&#8220;É irresponsável a ação de difamação anti-alemã, que denominados intelectuais judaicos no exterior estão a fazer&#8221;</em>. Deixando o <strong><em>fuhrer Hitler</em></strong> economicamente sem saída, <strong><em>o Sionismo promoveu politicamente a autodestruição</em></strong>, pois, não se fecham as portas comerciais a uma nação impunemente&#8230;, <strong><em>o holocausto foi uma opção politicamente estratégica do Sionismo com execução militar do Nazismo</em></strong>&#8230;!</p>
<p>Nada justifica uma barbárie, mas uma guerra combate-se com a guerra, e não adianta, <em>a posteriori</em>, entre conchavos diplomáticos nem sempre subreptícios, dizer que os <strong><em>judeus</em></strong> foram mortos em câmaras de gás sem se comprovar tecnicamente tal ação de extermínio em massa (<strong><em>WORMSER-MIGOT, Olga</em></strong> – leia-se a Tese de Doutoramento, 1968, desta historiadora judaica), que foram fusilados ou enforcados, e foram mesmo!, porque antes <strong><em>o Sionismo havia condenado economicamente o Povo germânico à miséria – essa morte lenta embasada na crueldade dos juros da agiotagem</em></strong>. Assim o entende também, anos depois, <strong><em>sir Hartley Shawcross</em></strong>, o inglês que abrira e fechara a sessões do <strong><em>Tribunal de Nuremberg</em></strong>, onde muitos nazis foram condenados à morte ou à prisão perpétua. Esse inglês sensato, em palestra proferida em Stourbridge, no ano 1984, declarou que, e diante da História documental&#8230;, <em>&#8220;Hitler e o Povo alemão não queriam a guerra&#8221;</em>. Do outro lado, muitos judeus, uns historiadores outros não, discordam da propaganda sionista sobre o holocausto, e até sobre a instalação do <strong><em>Estado de Israel</em></strong>. Sim, o que é preciso é ler a História nos documentos, e só.</p>
<p>Desde os tempos pré-cristãos que o <strong><em>Judaísmo teocrata</em></strong> faz alianças com os <strong><em>impérios bélico-mercantis</em></strong>, e fez isso com o <strong><em>Romano</em></strong> contra <strong><em>os cristos anti-semitas</em></strong>, depois com as repúblicas itálicas e com a <strong><em>Liga Anseática </em></strong>(in <em>Portugal e o Mundo nos Séc XV e XVI</em>, broch. e patroc. do Banco Totta &amp; Açores, Lisboa/Pt., 1983; pesq. de <strong><em>VEIGA, Carlos</em></strong> e <strong><em>WLADOMIRO, Victor</em></strong>), finalizando com o <strong><em>Eixo Imperial yankee-britânico</em></strong>, sempre tendo em conta <strong><em>a disseminação global(izante) do conceito teocrático auto-imposto de ‘povo eleito de deus’ e do sistema de dominação mercantil</em></strong>, tanto que <strong><em>o nacionalismo judeu persegue e massacra (em holocausto permanente) a etnia palestina a quem usurpou a terra!</em></strong></p>
<blockquote>
<h3><strong>II</strong></h3>
<p><em><span style="font-size:x-small;">&#8220;a palavra veio mas era tarde</span></em></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>ou noite ou nada disso</em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;"><em>por que o gesto não é tudo?&#8221; </em></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">in <strong><em>Amor</em></strong> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">(do <strong><em>Grupo Granja</em></strong>, Ed. Edicon, São Paulo/Br., 1999)</span></p></blockquote>
<h2></h2>
<p align="justify"><span style="font-size:small;">Quando <strong><em>Theodor Adorno</em></strong>, diante da propaganda sionista sobre o <strong><em>holocausto</em></strong>, exclamou que <em>&#8220;depois de Auschwitz a poesia morreu&#8221;</em>, ele errou no endereço, pois, deveria ter dito &#8220;depois do Sionismo a poesia morreu&#8221;&#8230; o que historicamente seria/é mais politicamente correto!</span></p>
<p>O <strong><em>Nazismo</em></strong> não perdeu a guerra por não ser tão agressivo na propaganda quanto o <strong><em>Sionismo</em></strong>, perdeu a guerra porque a Inglaterra e os EUA &#8211; &#8230;os mesmos <strong><em>Aliados</em></strong> dos Anos 40 (no combate ao <strong><em>Nazismo</em></strong> e no apoio ao <strong><em>Sionismo</em></strong>) e dos Anos 90 (na defesa integral do <strong><em>Estado israelita</em></strong> e contra as <strong><em>nações árabes</em></strong>) – tinham/têm interesses comuns com a <strong><em>comunidade judaica internacional</em></strong>. Na verdade, <em>o gesto é tudo</em> mas numa <strong><em>Guerra</em></strong> ele sinaliza o objetivo final. E enquanto, nos Anos 90 do Séc. XX, ingleses e norte-americanos corriam contra os árabes a prestar serviços (ou pagando juros&#8230;?!) ao <strong><em>Estado de Israel</em></strong>, o <strong><em>Sionismo</em></strong> tentava açoitar economicamente países como Suiça, Portugal, Brasil, Alemanha&#8230;, em busca de ouros e dinheiros e indenizações sob o <strong><em>trauma do holocausto</em></strong>, logo no primeiro ano do Séc. XXI, o espertalhão <strong><em>Edwin Black</em></strong> desencadeia mais uma <strong><em>farsa sionista</em></strong> na publicação do livro <em>IBM e o Holocausto</em>. Na onda do lançamento, os <strong><em>advogados das eternas vítimas do holocausto</em></strong> corriam atrás de polpudas indenizações por parte da <strong><em>IBM</em></strong>, agora acusada de ser o suporte tecnológico do <strong><em>holocausto</em></strong> (&#8230;?!). Mas algo está errado&#8230; <strong><em>Vozes etnicamente judaicas e não radicalmente sionistas</em></strong> levantam-se contra <strong><em>o caça-dotes Edwin</em></strong>, vozes de dentro do próprio <strong><em>Estado israelita</em></strong>, como <strong><em>Efraim Zuroff</em></strong>, diretor do <strong><em>Simon Wiesenthal center</em></strong>. Enquanto o livro espanta o Mundo pela <strong><em>Palavra</em></strong> <strong><em>histórica refém da Estética do Mal</em></strong>, a aliança EUA-Inglaterra ataca o Iraque na proteção a Israel e ainda faz manobras de ‘treino’ bélico com as FA’s israelitas&#8230; É a perpetuação do <strong><em>colonialismo sionista contra os povos que não têm o ‘direito’ de serem ‘eleitos’ do mesmo ‘deus’!</em></strong> <strong><em>A estética do Sionismo é uma máscara étnica que visa, política e militarmente, ter o Mundo sob controle financeiro. Os alemães do Nazismo não aceitaram isso e revoltaram-se contra o bloqueio, e é o que os Povos Árabes terão de fazer se quiserem sobreviver à ‘pigmentação’ em curso&#8230;</em></strong><strong><em> </em></strong>Não sou contra o <strong><em>Povo judeu</em></strong> enquanto etnia como outras tantas, não sou é favorável à <strong><em>estética sionista</em></strong> que embasa uma ideologia de barbárie e de segregacionismo na sua <strong><em>ação colonizadora</em></strong>. Considero o <strong><em>Sionismo</em></strong> uma <em>bomba étnica</em> (politicamente falando, porque <strong><em>Israel já tem a Bomba Étnica desenvolvida, como já foi noticiado, em cima do projeto racista sul-africano de uma Vacina de Pigmentação para branqueação da Raça Negra</em></strong>&#8230;!), mas é uma <em>bomba</em>, creio, contra o próprio <strong><em>Sionismo</em></strong>, porque ela vai gerar a <strong><em>união árabe</em></strong>.</p>
<h3><strong>III</strong></h3>
<p>A perpetuação da <strong><em>ação sionista</em></strong> passa pelos <em>campus acadêmicos</em> onde aquela <strong><em>estética do mal</em></strong> subvenciona até <em>doutoramentos em holocaustos</em> – por ex., <strong><em>David Lindenbaum</em></strong>, autor de <em>Catástrofe e Representação</em> (Ed. Escuta), é ‘mestre’ em <strong><em>holocausto</em></strong>. A intenção do <strong><em>Sionismo</em></strong>, que domina centros de Cinematografia e de Comunicação Social em todo o Mundo, é estabelecer mentalmente no Mundo que <strong><em>Israel</em></strong> o é por definição mística e que o <strong><em>holocausto</em></strong> sofrido durante o <strong><em>Nazismo</em></strong> foi a maior catástrofe humana, daí a importância dos acadêmicos na <em>Estória representada e narrada</em></p>
<p>.</p>
<h3><strong>IV </strong></h3>
<p>a prosa poética <em>Farsa &amp; Intolerância</em> (op., Fev., 2001), intelectuais do <strong><em>Grupo Granja</em></strong> destacam a importância da documentação na História e demonstram que ‘a poesia não morreu’, como queria <strong><em>Adorno</em></strong>, antes, a Poesia está viva e recomenda-se&#8230; Para o <strong><em>Sionismo</em></strong> só interessa o <strong><em>ser-sionista</em></strong>, nem tampouco a etnia lhe é base e nem lhe interessa o <strong><em>viver a Vida humanamente</em></strong>; para o <strong><em>Sionismo</em></strong> a <strong><em>Vida</em></strong> só tem sentido entre <strong><em>a oferta e a procura</em></strong>, e é por isso que o <strong><em>holocausto dos Anos 40</em></strong> vai continuar a render acadêmica e financeiramente. Ora, para quê Poesia?&#8230;</p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;">V</span></p>
<p>O rabino <strong><em>Abram Y. Heshel</em></strong> é autor de uma frase lapidar: <em>&#8220;Auschwitz não foi construída por pedras, mas por palavras&#8221;</em>. Sim, uma frase que resume tudo o que atrás escrevi sobre o <strong><em>holocausto</em></strong> e o que os <strong><em>historiadores revisionistas</em></strong> estão a alertar desde os Anos 50 do Séc. XX. Todos nós temos meios inconscientes que nos protegem a consciência e não a deixam lidar com realidades incômodas para nós mesmos – e aqui, lembro que <strong><em>Freud</em></strong> expôs assim a questão sobre os mecanismos de defesa do <em>Eu</em>, e que <em>&#8220;&#8230;as ansiedades inconscientes não exteriorizadas originam perigosas neuroses que projetam um ciclo vicioso que se pode considerar como uma estética do mal dado o poder de autodestruição&#8221; </em>(<strong><em>CÉDRON, Marc</em></strong> – in<em> A Neurose No Serviço Público: Um Mal Político</em>, pal., berna/Ch., 1981). Eis a verdade: <strong><em>o holocausto foi e é construído mais pela retórica sionista do que pelos documentos dos quais não constam milhões de judeus gaseados nem câmaras de gás com capacidade para destruição em massa. Eis que a Palavra industrialmente disseminada pelos centros de propaganda sionista ofusca a História e diz(-nos) de uma Estória tão falsa quanto a das máquinas da IBM que teriam registrado o universo judaico&#8230; </em></strong>Não estou a fazer distorção da frase daquele rabino citado, é que o <strong><em>Sionismo</em></strong> é tão exímio na sua propaganda que às vezes tropeça em si mesmo! Os estrategas e sábios do <strong><em>Sionismo</em></strong> pregam holocaustos permanentes e é preciso combater veementemente este conceito místico-mercantil que impede outros povos de viverem em paz! Se <strong><em>deus</em></strong> existe segundo o que o <strong><em>Judaísmo</em></strong> prega e revela a si-mesmo, esse <strong><em>deus</em></strong> é cego, surdo e mudo. Ou será que <strong><em>deus</em></strong> é o mentor e inventor das guerras patrocinadas pelo <strong><em>Sionismo</em></strong>&#8230;?!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/verdadehistorica.wordpress.com/200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/verdadehistorica.wordpress.com/200/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=200&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Hitler judeu</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[António Sebastião de Lima]]></category>

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		<description><![CDATA[António Sebastião de Lima O oprimido tende a imitar o opressor. Esse é um fenômeno bem conhecido na Psicologa e na Psiquiatria. Machado de Assis, arguto observador do comportamento humano, serve-se desse fenômeno psicológico, em seu livro &#8220;Memórias póstumas de Brás Cubas&#8221; (Rio, Biblioteca Folha, Ediouro, 1995) na passagem em que mostra o ex-escravo Prudêncio, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=197&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-198" title="hitler" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/hitler.jpg?w=58&#038;h=96" alt="hitler" width="58" height="96" />António Sebastião de Lima</strong></p>
<p class="padrao_revisao">O oprimido tende a imitar o opressor. Esse é um fenômeno bem conhecido na Psicologa e na Psiquiatria. Machado de Assis, arguto observador do comportamento humano, serve-se desse fenômeno psicológico, em seu livro &#8220;Memórias póstumas de Brás Cubas&#8221; (Rio, Biblioteca Folha, Ediouro, 1995) na passagem em que mostra o ex-escravo Prudêncio, negro alforriado, como proprietário de um escravo negro a quem infligia maus tratos (pág. 122), tal como ele próprio os sofrera nas mãos do sinhozinho branco (pág. 32).</p>
<p class="padrao_revisao">Os judeus, outrora oprimidos na Alemanha nazista, imitam os seus antigos algozes, quando buscam e conseguem o fortalecimento político e econômico, organizando uma das forças armadas mais poderosas do planeta, apoiados pelos EUA. Mediante propaganda intensiva, onde se colocam como as maiores vítimas, inventam um número astronômico de mortos em campos de concentração (6 milhões) e repetem os filmes e fotografias de sempre. <span id="more-197"></span></p>
<p class="padrao_revisao">Os judeus obtiveram o apoio da Europa e da América, a simpatia da maior parte das nações do mundo e indenizações de bilhões de dólares. Nessa favorável e vantajosa posição, os judeus, tal qual os nazistas alemães, invadiram os países vizinhos, ocuparam o território invadido, negam-se a devolvê-lo aos seus legítimos donos, matam civis desarmados e prisioneiros indefesos, justificando-se com o direito de conquista e de defesa do espaço vital.</p>
<p class="padrao_revisao">Há mais judeus fora do que dentro do território do Estado de Israel. Nos respectivos países onde nasceram e/ou mantêm seus domicílios, buscam ocupar posições de domínio mediante o controle de bancos, de grandes empresas de comunicação e de outros setores da economia, ou em cargos públicos influentes, como secretários de governo, ministros, membros de tribunais e de parlamentos.</p>
<p class="padrao_revisao">Há judeus canadenses, ianques, mexicanos, brasileiros, argentinos, chilenos, franceses, belgas, alemães&#8230; Em suas cerimônias, tocam o hino do país a que se encontram vinculados pelo jus soli, seguido do hino de Israel, porque antes e acima de tudo são judeus, cidadãos do Estado de Israel pelo jus sanguinis.</p>
<p class="padrao_revisao">Assim como os nazistas alemães, também eles professam a superioridade racial: &#8220;os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos; eles são bestas&#8221; (Talmud: Baba mezia, 114b). &#8220;Mesmo criados por Deus, os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não fica bem a um judeu ser servido por um animal. Portanto, ele será servido por animais em forma humana&#8221; (Midrasch Talpioth, p. 255 Varsóvia, 1855).</p>
<p class="padrao_revisao">Essa pretensa supremacia perante os demais povos vem estribada, ainda, no Antigo Testamento (Torah). Segundo essa escritura, por eles mesmos elaborada e considerada sagrada, os judeus teriam sido escolhidos por Javé, seu deus nacional, para imperarem sobre todas as nações do mundo. O Antigo Testamento e a História contemporânea confirmam os propósitos imperialistas dos judeus e o seu espírito pragmático expresso na fórmula &#8220;o ouro é o senhor do mundo; nós seremos os senhores do ouro&#8221;. Moisés, príncipe egípcio, retirou o bezerro de ouro do altar do povo hebreu, mas não conseguiu extirpá-lo da alma judia.</p>
<p class="padrao_revisao">Com a recente eleição do seu führer (Ariel Sharon), o nazismo judeu atingiu o ápice. A extrema direita chega ao poder em Israel no começo do século XXI, tal como chegou na Alemanha da primeira metade do século XX. Esse judeu desatinado poderá desencadear a Terceira Guerra Mundial.</p>
<p class="padrao_revisao">Urge uma reação vigorosa da ONU. Apoiado pela maioria dos judeus e pelos EUA, o führer de Israel está certo de sua vitória sobre os povos das regiões oriental da Ásia e setentrional da África. Como Hitler, o führer judeu sairá vitorioso inicialmente, porém, com o passar do tempo, a situação inverter-se-á e não sobrará sequer o muro das lamentações para as futuras gerações chorarem as novas desgraças.</p>
<p class="padrao_revisao">Na hipótese bastante viável de uma guerra mundial, os EUA e Israel, provavelmente, não conseguirão aliança com a maior parte das nações européias, nem com a China. Derrotados, os judeus não mais poderão se colocar no papel de vítimas, nem criar uma nova indústria do holocausto.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/verdadehistorica.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/verdadehistorica.wordpress.com/197/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=197&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A indústria do Holocausto</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[António Sebastião de Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras sobre o Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Norman Finkelstein]]></category>

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		<description><![CDATA[António Sebastião de Lima No dia 22/1/2001, em programa noturno de TV da Globo News, o repórter Lucas Mendes entrevistou, em Nova York, Norman Finkelstein (salvo engano, essa é a grafia do sobrenome), professor de história e autor do livro &#8220;A indústria do holocausto&#8221;, editado e publicado nos EUA. O professor declara-se judeu. Seus pais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=194&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-195" title="industriaholocausto" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/industriaholocausto.gif?w=60&#038;h=96" alt="industriaholocausto" width="60" height="96" />António Sebastião de Lima</strong></p>
<p>No dia 22/1/2001, em programa noturno de TV da Globo News, o repórter Lucas Mendes entrevistou, em Nova York, Norman Finkelstein (salvo engano, essa é a grafia do sobrenome), professor de história e autor do livro &#8220;A indústria do holocausto&#8221;, editado e publicado nos EUA. O professor declara-se judeu. Seus pais foram prisioneiros de um campo de concentração nazista, Auschwitz, ao que parece, mas, sobreviveram ao extermínio em massa.</p>
<p class="padrao_revisao">Não há notícia de versão em português desse livro, nem de sua circulação no Brasil. Daí a interessante e espantosa coincidência entre o assunto abordado pelo professor e a matéria de um artigo publicado na seção &#8220;Opinião&#8221;, da TRIBUNA DA IMPRENSA, em 11/1/2001, intitulado &#8220;Os judeus e a ilusão messiânica&#8221;. Nesse artigo era abordado o espírito oportunista, mercantilista e imperialista do governo e de parcela do povo do Estado de Israel. Por um lado, os judeus alardeavam as suas desgraças, principalmente o holocausto, com farta propaganda por todos os meios de comunicação, para cativar a simpatia do mundo. <span id="more-194"></span></p>
<p class="padrao_revisao">Em momento algum, reconheciam que essas desgraças decorriam da sua própria conduta passada, do seu meterialismo, da sua violência e da sua arrogância. Por outro lado, com o apoio e a cumplicidade dos EUA, invadiam território árabe, submetiam e massacravam a população civil, usando os mesmos argumentos de Hitler: necessidade de espaço vital como defesa de possíveis agressões dos vizinhos.</p>
<p class="padrao_revisao">Em sua entrevista, o professor Norman, judeu e filho de judeus, trata do mesmo assunto, no mesmo diapasão, porém, com novos ingredientes. Segundo o professor, os judeus, em sua maioria, valem-se do holocausto para tirar proveito econômico com as indenizações milionárias. Percebendo essa notável e milionária fonte de renda, os judeus começaram a aumentar o número de sobreviventes. Na época da guerra, esse número girava em torno de 25 mil judeus. Passados 50 anos, esse número subiu para quase 800 mil. Ao invés de diminuir com o passar dos anos, o número aumentou, sem que ninguém notasse o milagre. Certamente, dos 6 milhões que teriam morrido, 775 mil ressuscitaram.</p>
<p class="padrao_revisao">Digna de nota foi a avidez com que as organizações judaicas se atiraram sobre os cofres dos bancos suíços, reclamando para si tudo que ali fora depositado por alemães ao tempo da guerra. Como diz o ilustre professor, os judeus acham-se as únicas vítimas da guerra, ou, então, as vítimas mais importantes. Ignoram e desprezam solenemente os outros povos que também sofreram sob a crueldade nazista, do ponto de vista econômico, físico e moral. O entrevistado revela, ainda, que os valores arrecados costumam ficar nas organizações judaicas, em proveito das suas lideranças, sem repasse às pessoas físicas que realmente sobreviveram aos campos de concentração. Qualifica esses líderes de &#8220;bandidos&#8221;.</p>
<p class="padrao_revisao">Interessante, ainda, o conselho dado ao professor, quando moço, por sua mãe, para que sempre examinasse o ponto de vista oposto, evitando a visão unilateral das coisas. Ao combater o nazismo, que lesse a obra de Hitler. Para uma mulher que padecera nos campos de concentração, o conselho desvelava uma personalidade forte, um espírito aberto e de elevado senso ético. O filho seguiu o conselho da mãe, abandonou o radicalismo marxista e hoje inclui nas suas lições de história, o capítulo VI, do livro &#8220;Minha luta&#8221;, de Adolfo Hitler, sem que isso tipifique apologia ao nazismo. Apesar disso, o professor diz que a comunidade judaica de Nova York não gostou do seu livro e reagiu de modo mesquinho, dificultando seu ingresso no corpo docente das universidades americanas.</p>
<p class="padrao_revisao">A entrevista mostra um homem de tranqüila coragem, sem ódio ou rancor, lúcido, culto e determinado a desmascarar os protagonistas dessa farsa gigantesca, de âmbito mundial, que alimenta a indústria do holocausto e que pretende justificar a violência do Estado israelense.</p>
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		<title>A indústria do Holocausto</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mentiras sobre o Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Norman Finkelstein]]></category>

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		<description><![CDATA[Norman Finkelstein: contra a elite judaica dos EUA e de Israel O ensaísta americano de origem judaica Norman G. Finkelstein acaba de lançar um livro bombástico sobre o assunto na Inglaterra e nos Estados Unidos &#8211; mas sua argumentação vai numa direção inesperada e chocante. Em The Holocaust Industry (A Indústria do Holocausto), que tem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=192&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-189" title="normanfinkelstein" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/normanfinkelstein.jpg?w=65&#038;h=96" alt="normanfinkelstein" width="65" height="96" />Norman Finkelstein: contra a elite judaica dos EUA e de Israel</span></p>
<p class="padrao_revisao">O ensaísta americano de origem judaica Norman G. Finkelstein acaba de lançar um livro bombástico sobre o assunto na Inglaterra e nos Estados Unidos &#8211; mas sua argumentação vai numa direção inesperada e chocante. Em The Holocaust Industry (A Indústria do Holocausto), que tem lançamento no Brasil previsto para 2001 pela Record, Finkelstein acusa a elite judaica americana e israelense de ter usurpado o espaço dos que foram atingidos pela perseguição nazista. &#8220;Dividendos consideráveis decorrem dessa vitimização ardilosa&#8221;, escreve Finkelstein. Segundo ele, ao fabricar uma mitologia a partir de fatos históricos, e transformar o holocausto em arma ideológica, políticos de Israel e judeus ricos da América buscaram atingir duas metas: justificar políticas imperialistas no Oriente Médio e obter indenizações multimilionárias de governos e empresas da Europa.<span id="more-192"></span></p>
<p class="padrao_revisao">O autor tem credenciais insuspeitas para abordar o assunto por um ângulo tão agressivo. Além de professor da City University de Nova York, ele é filho de judeus que sobreviveram ao campo de concentração de Auschwitz. O primeiro a apontar a utilização da memória do extermínio com finalidades políticas ou por interesse pecuniário. Pesquisadores respeitados haviam feito isso antes. Finkelstein é taxativo ao dizer que deseja restituir á tragédia judaica sua dimensão moral.</p>
<p class="padrao_revisao">Uma das respostas está no tom empregado. A Indústria Holocausto foi redigido como manifestado.</p>
<p class="padrao_revisao">Um terço do livro é dedicado a examinar a maneira como organizações judaicas negociaram a soma de 1,25 bilhão de dólares que bancos suíços liberaram, em agosto de 1998, para sobreviventes da opressão nazista. Finkelstein deixa de lado toda a sutileza ou moderação para qualificar a estratégia dessas organizações. Elas teriam praticado, segundo o autor, &#8220;extorsão&#8221;. O dinheiro, na maior parte, teria sido destinado a museus, cátedras e monumentos que apenas perpetuam a &#8220;indústria do holocausto&#8221;.</p>
<p class="padrao_revisao">Os ataques do autor não se restringem a instituições. Elie Weisel, um dos mais renomados defensores da causa judaica em todo o mundo, e Daniel Goldhagen, autor de um livro sobre a Alemanha nazista chamado Os Carrascos Voluntários de Hitler, são massacrados implacavelmente. Sua argumentação tem algo de teoria conspiratória. Pior ainda, acaba por fornecer munição, mesmo que inadvertidamente, a grupos como o dos neonazistas. É um livro perigoso, ainda mais no momento em que o problema da intolerância racial recrudesce na Europa.</p>
<p class="padrao_revisao">Citações da Revista Veja, de 27/9/200.</p>
<p>Pode comprar este livro <a href="http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=68800">aqui&#8230; </a></p>
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		<title>Abusos do Holocausto</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mentiras sobre o Holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Norman Finkelstein]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seu &#8220;A indústria do Holocausto&#8221;, Norman Finkelstein, judeu e filho de sobreviventes de campos de concentração, aponta o que chama de conspiração sionista por parte de israelenses e judeus americanos para aproveitar-se da Solução Final de Hitler. Norman Finkelstein deve ter dado um berro quando leu as palavras de Hadassah Lieberman, mulher do candidato [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=188&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-189" title="normanfinkelstein" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/normanfinkelstein.jpg?w=65&#038;h=96" alt="normanfinkelstein" width="65" height="96" />Em seu &#8220;A indústria do Holocausto&#8221;, Norman Finkelstein, judeu e filho de sobreviventes de campos de concentração, aponta o que chama de conspiração sionista por parte de israelenses e judeus americanos para aproveitar-se da Solução Final de Hitler.<br />
Norman Finkelstein deve ter dado um berro quando leu as palavras de Hadassah Lieberman, mulher do candidato democrata à vice-presidência, quando, no início deste mês, ela se dirigiu a uma multidão de partidários no Memorial de Guerra, em Tenessee. Lá, entre o marido Joseph e o candidato à presidência, Al Gore, disse ao público que o Memorial celebrava &#8220;os heróis norte-americanos, os soldados que libertaram minha mãe de Dachau e Auschwitz.&#8221;</p>
<p class="padrao_revisao">Como o &#8220;New York Times&#8221; gentilmente registrou, o Memorial lembra é a morte dos quase quatro mil homens do Tenessee na Primeira Guerra Mundial. Aliás, foram os russos, não os americanos, que libertaram Auschwitz. Mas o que provavelmente tirou Finkelstein do sério foi o comentário de uma amiga de Hadassah Lieberman, Mindy Weisel, publicado no mesmo &#8220;Times&#8221;. Acho que o fato de ter sido filha de uma sobrevivente do holocausto deu a ela uma humanidade que muita gente não tem.&#8221;<span id="more-188"></span></p>
<p class="padrao_revisao">Para Finkelstein este tipo de imprecisão e as alusões quase que sacrossantas são exemplos claros de um fenômeno que transformou as atrocidades nazistas contra os judeus europeus num mito americano criado para servir aos interesses da elite judaica. A avalanche de livros, filmes, memoriais, teses universitárias, cursos de segundo grau &#8211; e, mais recentemente, os bancos suíços e as companhias de seguros alemãs explorando a indenização pagas às vítimas judias dos tempos de guerra &#8211; tudo faz parte de uma corrupta &#8220;indústria do holocausto&#8221; que precisa ser exposta para que se encerre e, enfim, os mortos de Auschwitz e Treblinka possam descansar em paz..</p>
<p class="padrao_revisao" align="center">
<p class="padrao_revisao">Finkelstein não é o primeiro a explorar este assunto. Nos últimos anos, acadêmicos e críticos americanos, britânicos e israelenses vêm dizendo mais ou menos a mesma coisa. O melhor exemplo é Peter Novick, da Universidade de Chicago, cujo respeitado livro &#8220;The holocaust in American life&#8221; está para ser lançado em edição de bolso. Mas onde Novick e outros autores colocam conteúdo, razão e alguma empatia a um assunto desconfortável, Finkelstein introduz raiva, dogmas e, no final das contas, um profundo ressentimento.</p>
<p class="padrao_revisao">Seu argumento segue a seguinte linha. Os americanos do pós-guerra, judeus inclusive, conheciam pouco e se preocupavam ainda menos com o holocausto nazista. Ecoando questões levantadas por Novick, Finkelstein argumenta que os judeus estavam mais concentrados em integrar-se ao modo de vida dos Estados Unidos do que em lembrar aquele tempo terrível em que foram postos de lado como grupo étnico e, pior, como vítimas.</p>
<p class="padrao_revisao">O que mudou? Na opinião de Finkelstein, o interesse da política externa dos americanos no Oriente Médio, iniciado principalmente após a Guerra do Seis Dias (1967). Naquela época, Washington inclinou-se em direção a Israel, encorajada por poderosos grupos de lobby judaicos sempre atentos a novas possibilidades de investimentos. E que maneira melhor para lançar judeus (e não judeus) numa política pró-Israel do que convencê-los que a hostilidade árabe poderia transformar-se numa segunda &#8220;Solução final&#8221;? A política foi encorajada nos anos 70 pela extrema direita israelense então o poder que queria desviar a atenção de seu próprio uso de força bruta contra os palestinos. Para angariar simpatias, foi lançada uma avalanche de propaganda sobre o holocausto e módicas doses de chantagem emocional por gente dramática como Elie Weisel, lembrando-nos sempre das mortes nos campos décadas antes.</p>
<p class="padrao_revisao">A última fronteira da Indústria do Holocausto, afirma Finlkelstein, é o dinheiro. A iniciativas para indenizações &#8211; lideradas por organizações como o Congresso Mundial Judaico ou a Conferência para Indenizações Materiais dos Judeus &#8211; não são nada além de uma &#8220;dupla extorsão&#8221;, sob a justificativa de recuperar as propriedades judaicas ou compensar os sobreviventes do nazismo. Empregando os serviços de advogados politicamente identificados á proposta &#8211; entre eles o ex-senador republicano Alfonse D&#8217;Amato e o ex-secretário de estado americano Lawrence Eagleburger &#8211; , Finkelstein acusa estas organizações de exagerar o número de sobreviventes judeus, enquanto utiliza tratados para atacar instituições e governos europeus. O dinheiro não foi entregue ás vítimas (entre elas, a mãe de Finkelstein, sobrevivente do gueto de Varsóvia que recebeu a ninharia de 3,5 mil dólares), mas a vários &#8220;institutos&#8221;, &#8220;memoriais&#8221; e projetos educacionais para amparar imigrantes judaicos da Europa Oriental.</p>
<p class="padrao_revisao">O assunto das indenizações é o capítulo mais detalhado e perturbador do livro de Finkelstein. Relatórios recentes de que 400 milhões de dólares foram pagos a firmas de consultoria e auditagem dos Estados Unidos &#8211; Arthur Andersen, KPMG e Price Waterhouse &#8211; que, junto a bancos suíços, cobraram preços astronômicos para fazer a auditoria dos pagamentos, dá respaldo a muitas destas acusações.</p>
<p class="padrao_revisao">Numa visão mais ampla, é possível justificar Finkelstein quando questiona a autenticidade dos apelos, emocionais ou não, daqueles que mantém acesa a chama do holocausto. A memória deste evento único na história tem sido freqüentemente respingada pela vulgaridade, cálculo político, hipocrisia e ganância. Como disse uma vez o ex-ministro das relações exteriores de Israel, &#8220;there&#8217;s no business like the Shoa business&#8221; (Não há negócio tão bom quanto o do holocausto). Mas os ataques de Finkelstein são tão violentos e seu tom tão sarcástico que pairam dúvidas sobre o seu objetivo e mesmo sobre o que há no fundo de seu coração.</p>
<p class="padrao_revisao">Quando fala em indenizações, praticamente não cita o que as instituições suíças e alemãs aprontaram &#8211; o saque às contas de judeus, o uso de trabalho escravo &#8211; e que levou recentemente a essas reparações. O medo de que estas indenizações não cheguem às mãos daqueles que as precisam e merecem é legítimo. Mas a idéia de que os sobreviventes têm sido rotineiramente enganados por instituições judaicas é uma grande distorção. A principal razão pela qual os sobreviventes estão longe de ver alguma coisa do pagamento suíço de 1 bilhão e 250 milhões de dólares, feito em 1998, é que as cortes norte-americanas ainda não têm métodos de distribuição. Em outros pagamentos indenizatórios, a Conferência de Indenizações, com a qual Finkelstein implica particularmente, diz que, somente em 1999, distribuiu cerca de 220 milhões de dólares a sobreviventes.</p>
<p class="padrao_revisao">Homem de esquerda, Finkelstein usa os golpes previsíveis. &#8220;Política criminosa do Estado de Israel, naturalmente apoiada pela política internacional e imperialista dos Estados Unidos. &#8220;Não importa que as administrações norte-americanas e os grupos judaicos tenham, de fato, cultivado divergências, principalmente durante a era Bush. Finkelstein insiste em ver &#8220;elites&#8221; em todo lugar, principalmente entre os grupos judaicos de propaganda que &#8220;caminham ombro-a-ombro com o poder norte-americano&#8221;, que é quem está por trás da indústria do holocausto, quer não ensinar a história, mas promover a &#8220;grandeza judaica&#8221;.</p>
<p class="padrao_revisao">Finkelstein usa sentimentos e linguagem em geral associados ao anti-semitismo com facilidade. Não apenas o anti-semitismo histórico pode estar &#8220;ancorado num conflito real de interesses&#8221; (uma formulação clássica do stalinismo) mas os judeus, em seu ponto de vista, são os culpados por isto. A busca por indenizações, em uma das acusações discutíveis de Finkelstein, &#8220;transformou-se no maior fomentador do anti-semitismo na Europa&#8221;. Suas afirmações ficam até mais radicais. Israelenses e judeus americanos são, hoje, os grandes opressores &#8211; &#8220;atacando aqueles que não podem se defender&#8221; &#8211; os primeiros contra os palestinos, os outros contra os negros americanos. As tentativas de negar o holocausto também seriam culpa dos judeus. &#8220;Dado os absurdos cuspidos todo dia pela indústria do holocausto&#8221;, Finkelstein escreve, &#8220;é impressionante que haja tão poucos céticos&#8221;.</p>
<p class="padrao_revisao">Ele é rápido em nos lembrar suas credenciais como filho de sobreviventes. No entanto, sua desconfiança e desgosto com a tragédia dos seus é óbvia. Recentemente, em uma entrevista telefônica para uma publicação inglesa, afirmou que &#8220;não seria exagero dizer que de cada três judeus que você parar nas ruas de Nova York, um dirá que é sobrevivente&#8221;. Particularmente irritantes são os &#8220;arrivistas e chauvinistas&#8221; descendentes de judeus da Europa Oriental, como o prefeito de Nova York Edward Koch e A.M. Rosenthal, ex-editor executivo do &#8216;New York Times&#8217;&#8221;. Estes Finkelstein acusa de serem responsáveis pela indústria do holocausto e todos seus erros.</p>
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		<title>O revisionismo europeu na batalha contra o sionismo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 16:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>verdadehistorica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serge Thion]]></category>
		<category><![CDATA[Sionismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Serge Thion Não existem muitos lugares neste planeta nos quais um grupo de académicos originários de vários países possam falar abertamente acerca do sionismo. Durban, há quatro anos, foi um desses locais, mas a reunião não era académica. Alguns dos nossos amigos revisionistas tentaram organizar em Beirute, há alguns anos, uma conferência sobre “Revisionismo e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=verdadehistorica.wordpress.com&amp;blog=721410&amp;post=185&amp;subd=verdadehistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-186" title="sergethion" src="http://verdadehistorica.files.wordpress.com/2009/01/sergethion.gif?w=79&#038;h=96" alt="sergethion" width="79" height="96" />Serge Thion</strong></p>
<p>Não existem muitos lugares neste planeta nos quais um grupo de académicos originários de vários países possam falar abertamente acerca do sionismo. Durban, há quatro anos, foi um desses locais, mas a reunião não era académica. Alguns dos nossos amigos revisionistas tentaram organizar em Beirute, há alguns anos, uma conferência sobre “Revisionismo e Sionismo”, mas a pedido do Estado israelita os EUA pressionaram o governo libanês e ameaçaram cancelar um empréstimo de quinze milhões de dólares. A conferência acabou por não decorrer. Portanto, agradecemos a oportunidade para nos encontrarmos e conversarmos e exprimimos a nossa gratidão aos organizadores. <span id="more-185"></span></p>
<p>O movimento do revisionismo do Holocausto certamente que vos é bem familiar. Mas temos tido pouco sucesso em aumentar o interesse no mesmo nos territórios que faziam parte da antiga União Soviética. Em muitas conversas com pessoas desses territórios, obtemos sempre mais ou menos a mesma resposta: “Os judeus estão a mentir? Não é uma grande novidade. Sempre soubemos isso.” Cremos que esta não é a resposta adequada. É mais complicado que isso.</p>
<p>O estudo revisionista do Holocausto dos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial começaram pouco depois do Tribunal Militar Internacional de Nuremberg, que terminou em 1946. As transcrições foram editadas muito brevemente após o julgamento, apesar de não o terem sido em russo como supostamente deviam ter sido. Vários observadores, de várias persuasões políticas, começaram a ler atentamente as transcrições e os documentos, ao todo quarenta e dois volumes, com uma mentalidade crítica. Encontraram muitas discrepâncias e impossibilidades. Desde o início, por exemplo, o massacre de Katyn foi consistentemente atribuído aos alemães. Os testemunhos eram vagos, ou contraditórios, e normalmente difíceis de acreditar. Estes observadores começaram a escrever e as suas obras foram etiquetadas de “revisionistas”. Naturalmente, criticar a versão oficial da “vitória” dos Aliados era politicamente proibido. Estes autores, o mais proeminente deles tendo sido o francês Paul Rassinier, encontraram, todos eles, longas perseguições, pesadas multas, e interdição dos seus livros e difamação política. A história é demasiado longa para ser exposta aqui.</p>
<p>No início, a explicação de Nuremberg do nazismo e da Segunda Guerra Mundial foi um compromisso entre os EUA, o Reino Unido e a URSS. Cada um dos aliados introduziu a sua própria dose de propaganda. Os soviéticos estabeleceram um enorme sistema de propaganda, levado a cabo maioritariamente por judeus soviéticos, tais como Il’ia Ehrenburg e Vasilij Grossman entre outros. Os britânicos possuíam uma unidade própria concebida para inventar histórias de guerra que retractavam os alemães como bárbaros vampirescos. Comparada a estes gigantes, a propaganda nazi era simplista e ineficiente.</p>
<p>Em Nuremberg, confrontados com as histórias da guerra conduzidas pelos secretariados de propaganda Aliados, os oficiais nazis tinham um ar desorientado, chocado e de descrença. Mas, não tendo acesso à massa de documentos alemães utilizados pelos advogados de acusação Aliados, frequentemente judeus alemães que haviam emigrado para os EUA, os oficiais nazis, ou pelo menos a maioria, desistiram de apresentar qualquer resistência, não contestaram os proclamados documentos, fotografias e filmes que lhes mostraram. Mantiveram-se em silêncio e silenciosamente foram afastados.</p>
<p>Portanto, nos quinze anos que se seguiram após a guerra, a luta revisionista foi dirigida contra a versão oficial dos Aliados sobre o que tinha acontecido durante a guerra. Depois surgiu um novo factor. O primeiro ministro israelita Bem Gourion estava um tanto ou quanto céptico sobre as probabilidades de sobrevivência do Estado judeu, estabelecido em circunstâncias afortunadas em 1948. Mas será que a sorte se manteria à media que as contrariedades se amontoavam? Bem Gourion ordenou o rapto de Eichmann da Argentina e trouxe-o para Israel para um enorme julgamento espectáculo, uma espécie de Nuremberg mas ao serviço exclusivo da ideologia sionista. Os mesmos documentos cuidadosamente seleccionados e os mesmos testemunhos vagos foram produzidos em tribunal, à frente da comunicação social mundial. A arma suprema para a sobrevivência de Israel foi forjada ali, em 1961: a culpa foi atribuída a todos as pessoas, Estados e organizações que não eram judias. Todas elas tinham que pagar indemnizações e retribuições, eternamente, até ao fim dos tempos.</p>
<p>Como resultado, a luta revisionista foi submetida a uma alteração na sua natureza: o seu maior adversário tornou-se o sistema sionista e na sua enorme rede de organizações. Além disso, os sionistas não tinham outra alternativa: nada esperavam da benevolência da opinião ocidental e haviam perdido o apoio do Bloco do Leste. Estavam inclinados em adquirir algum tipo de dominação mundial apenas para garantir a existência do aparato estatal sionista, rejeitado por todos no Médio Oriente. Armados com a arma do complexo de culpa, começaram a impor-se a toda a resistência e a impor o silêncio aos seus críticos. Possuíam uma ampla influência na imprensa; lentamente conquistaram posições de controlo nos sistemas políticos ocidentais, principalmente no interior da estrutura de poder dos EUA.</p>
<p>O revisionistas do Holocausto, uma mera mão cheia de indivíduos, nunca formaram um grupo ou uma organização. Nunca tiveram qualquer poder, nem qualquer dinheiro, nem ligações, mas obtiveram sucesso apenas com o peso do seu trabalho de incursões sérias e de penetração no sistema de defesa sionista, criando estragos na opinião pública. Demonstrando que o alegado Holocausto era no invés um “custo sagrado” ameaçava a base política na qual o sionismo operava. Na Europa, os lobbies tiveram sucesso na obtenção de novas leis que reduziam severamente a liberdade da imprensa.</p>
<p>As duas principais armas utilizados pelos sionistas foram a demonização através da comunicação social e longos e cansativos julgamentos. A liberdade de expressão do revisionismo foi salva por mera oportunidade, graças ao desenvolvimento da internet. Tão cedo quanto em 1995 – há dez anos – foi estabelecida uma página revisionista nos EUA, a CODOH por Bradley Smith. Em 1996, foram criados ao mesmo tempo o Zundelsite e a AAARGH, a última maioritariamente em língua francesa. Seguiram-se outras. Foi um desenvolvimento fantástico. Até agora, a literatura revisionista era difícil de encontrar, editada por pequenos grupos em países distantes, normalmente como uma actividade secundária. Pela primeira vez, os textos básicos e as demonstrações escritas pelos pesquisadores revisionistas podiam ser vistas e lidas por milhões de leitores em todo o mundo.</p>
<p>O sionismo começou a uivar. A sua única resposta foi catalogar todos os esforços revisionistas como anti-semitas, de extrema direita ou de branqueamento de Hitler. Esta barragem de propaganda tem sido particularmente ineficiente.</p>
<p>Foi iniciada uma nova guerra. Entranhando-se no sistema político dos Estados nacionais, as organizações sionistas tentaram obter leis que protegessem a identidade sacrossanta do chamado Holocausto. Em 2000, o governo israelita enviou uma toda poderosa comissão a todos os governos ocidentais a pedir-lhes novas medidas para aniquilar o revisionismo, descrito pelos israelitas como a pior ameaça à sua existência. Como resultado, foi levada a cabo uma ampla conferência governamental em Estocolmo, na qual todos os principais governos, do ocidente e do leste, se comprometeram a reprimir o revisionismo e a promover o chamado Holocausto como o deus supremo dos tempos modernos.</p>
<p>Foi algo divertido e até ridículo pensar que todas as pessoas mais poderosas do nosso tempo foram reunidas para denunciar em termos líricos o doloroso trabalho de pessoas originárias de vários países e dos mais variados pontos de vista políticos. Nós, a mão cheia, conscientes de termos feito o nosso trabalho, esperamos pela chegada da vaga repressiva. Ela chegou.</p>
<p>Nos EUA, na Alemanha, na Suíça, na Suécia, na França, grandes operações policiais foram montadas para travar a circulação das ideias revisionistas. Muitas pessoas foram atiradas para a cadeia, às vezes durante anos. Julgamentos e perseguições seguiram-se sem esbater. Pessoas foram afastadas dos seus empregos.</p>
<p>Entretanto, graças aos esforços de um pequeno número de pessoas, o revisionismo foi apresentado ao Médio Oriente. Alastrou como um fogo numa pradaria. O ex filósofo comunista, em tempos amigo de Estaline, Roger Garaudy, agora convertido ao Islão, foi pesadamente multado em Paris devido a um livro seu que continha argumentos revisionistas. Este livro foi imediatamente traduzido para árabe e editado em muitos sítios. Abriu a porta à compreensão dos argumentos revisionistas. Actualmente a maior parte da comunicação social do mundo islâmico emprega um ponto de vista revisionista. Isto pode ser facilmente confirmado nas traduções providenciadas pelo secretariado militar israelita que dá pelo nome de “Memri”. Isto explica porque é que os humores andam tão entristecidos em Israel.</p>
<p>Mas, no que diz respeito aos países que já foram parte da União Soviética, a situação pode ser descrita como de passivamente benigna. As organizações sionistas locais na Rússia, na Ucrânia e na Roménia têm obtido novas leis que punem o “incitamento ao ódio racial”, um nome de código para tudo aquilo que desagrada à embaixada de Israel ou às organizações judias locais, fortemente financiadas pelas organizações judias dos EUA. E, naturalmente, querem que acreditemos que o revisionismo – um ponto de vista crítico sobre alguns acontecimentos históricos – tenha algo a ver com raça.</p>
<p>Existem alguns textos importantes. Foram editados e estão visíveis na internet, nas línguas da antiga União Soviética. Isto certamente não é amplo o suficiente para providenciar uma completa compreensão do nosso elaborado trabalho.</p>
<p>Kiev, 3 de Junho, 2005</p>
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