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Archive for Janeiro, 2009

siegfriedellwangerS. E. Castan

Por conter várias importantes informações, principalmente sobre alemães pós guerra que, conforme parecer de Napoleão Bonaparte são capazes e realmente perseguem seus próprios concidadãos como se fossem inimigos, mediante uma simples parábola (no presente caso a lenda do “holocausto judeu”), pois nas prisões alemães tem professores, estudiosos, historiadores, inclusive idosos mofando por negarem a própria existência de câmaras de gás, que são uma exclusividade dos EUA, transcrevo a carta que enviei no dia 20/2/1988, ao então Presidente da República Sr. José Sarney:

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 1988

Ao
Exmo. Sr. JOSÉ SARNEY
Brasília – D.F.

Prezado Senhor Presidente, (mais…)

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hitlerJoão Barcellos

“Não devemos obediência a quem se diz Poder

em nome de Deus, ou a quem se diz Senhor

dos outros pelo mesmo dogma – devemos, sim,

ser o integral e autêntico Ser Humano…”

BARCELLOS, João (Rio de Janeiro/RJ, 1999) (mais…)

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Joaquim Lança

Correm Mundo, para servir a verdade e fundamentar a História, os documentos oficiais, publicados no original, dos arquivos do antigo Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco, apreendidos na altura em que os alemães ocuparam Varsóvia. Por eles se verifica e prova a duplicidade de carácter dos dirigentes da Polónia mantida nas negociações e conversas com o Gverno alemão; e a teimosia inqualificável com que os anglo-americanos da mesma têmpera, ajudados por Paris, exploravam o insensato orgulho dos polacos, cujo braço e ânimo armavam sistemáticamente contra a Alemanha. Na realidade, os referidos documentos mostram, «com tôda a clareza, onde se devem procurar os fomentadores e instigadores da guerra, os meios de que se serviam e os fins que se propunham». (mais…)

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João Barcellos

“A perseguição indenizatória dos sionistas
só pode ser comparada ao holocausto
gerado contra eles mesmos…”

(OLIVEIRA, Tereza de

– in O Sionismo Contra o Estado Israelita, pal., Grupo Granja/Br., 1997) (mais…)

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soldadoisraelitaJoão Barcellos

“Calmo no falsa morte (…)

O livro ocluso…”

– PESSOA, Fernando

“o povo o é na raiz étnica

abraça outros povos mas não pode dominá-los

na força e ainda ser arauto da ética

a palavra faz o mundo como fez castelos

mas também é falsa e também é poética”

– BARCELLOS, João (mais…)

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hitlerAntónio Sebastião de Lima

O oprimido tende a imitar o opressor. Esse é um fenômeno bem conhecido na Psicologa e na Psiquiatria. Machado de Assis, arguto observador do comportamento humano, serve-se desse fenômeno psicológico, em seu livro “Memórias póstumas de Brás Cubas” (Rio, Biblioteca Folha, Ediouro, 1995) na passagem em que mostra o ex-escravo Prudêncio, negro alforriado, como proprietário de um escravo negro a quem infligia maus tratos (pág. 122), tal como ele próprio os sofrera nas mãos do sinhozinho branco (pág. 32).

Os judeus, outrora oprimidos na Alemanha nazista, imitam os seus antigos algozes, quando buscam e conseguem o fortalecimento político e econômico, organizando uma das forças armadas mais poderosas do planeta, apoiados pelos EUA. Mediante propaganda intensiva, onde se colocam como as maiores vítimas, inventam um número astronômico de mortos em campos de concentração (6 milhões) e repetem os filmes e fotografias de sempre. (mais…)

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industriaholocaustoAntónio Sebastião de Lima

No dia 22/1/2001, em programa noturno de TV da Globo News, o repórter Lucas Mendes entrevistou, em Nova York, Norman Finkelstein (salvo engano, essa é a grafia do sobrenome), professor de história e autor do livro “A indústria do holocausto”, editado e publicado nos EUA. O professor declara-se judeu. Seus pais foram prisioneiros de um campo de concentração nazista, Auschwitz, ao que parece, mas, sobreviveram ao extermínio em massa.

Não há notícia de versão em português desse livro, nem de sua circulação no Brasil. Daí a interessante e espantosa coincidência entre o assunto abordado pelo professor e a matéria de um artigo publicado na seção “Opinião”, da TRIBUNA DA IMPRENSA, em 11/1/2001, intitulado “Os judeus e a ilusão messiânica”. Nesse artigo era abordado o espírito oportunista, mercantilista e imperialista do governo e de parcela do povo do Estado de Israel. Por um lado, os judeus alardeavam as suas desgraças, principalmente o holocausto, com farta propaganda por todos os meios de comunicação, para cativar a simpatia do mundo. (mais…)

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normanfinkelsteinNorman Finkelstein: contra a elite judaica dos EUA e de Israel

O ensaísta americano de origem judaica Norman G. Finkelstein acaba de lançar um livro bombástico sobre o assunto na Inglaterra e nos Estados Unidos – mas sua argumentação vai numa direção inesperada e chocante. Em The Holocaust Industry (A Indústria do Holocausto), que tem lançamento no Brasil previsto para 2001 pela Record, Finkelstein acusa a elite judaica americana e israelense de ter usurpado o espaço dos que foram atingidos pela perseguição nazista. “Dividendos consideráveis decorrem dessa vitimização ardilosa”, escreve Finkelstein. Segundo ele, ao fabricar uma mitologia a partir de fatos históricos, e transformar o holocausto em arma ideológica, políticos de Israel e judeus ricos da América buscaram atingir duas metas: justificar políticas imperialistas no Oriente Médio e obter indenizações multimilionárias de governos e empresas da Europa. (mais…)

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normanfinkelsteinEm seu “A indústria do Holocausto”, Norman Finkelstein, judeu e filho de sobreviventes de campos de concentração, aponta o que chama de conspiração sionista por parte de israelenses e judeus americanos para aproveitar-se da Solução Final de Hitler.
Norman Finkelstein deve ter dado um berro quando leu as palavras de Hadassah Lieberman, mulher do candidato democrata à vice-presidência, quando, no início deste mês, ela se dirigiu a uma multidão de partidários no Memorial de Guerra, em Tenessee. Lá, entre o marido Joseph e o candidato à presidência, Al Gore, disse ao público que o Memorial celebrava “os heróis norte-americanos, os soldados que libertaram minha mãe de Dachau e Auschwitz.”

Como o “New York Times” gentilmente registrou, o Memorial lembra é a morte dos quase quatro mil homens do Tenessee na Primeira Guerra Mundial. Aliás, foram os russos, não os americanos, que libertaram Auschwitz. Mas o que provavelmente tirou Finkelstein do sério foi o comentário de uma amiga de Hadassah Lieberman, Mindy Weisel, publicado no mesmo “Times”. Acho que o fato de ter sido filha de uma sobrevivente do holocausto deu a ela uma humanidade que muita gente não tem.” (mais…)

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sergethionSerge Thion

Não existem muitos lugares neste planeta nos quais um grupo de académicos originários de vários países possam falar abertamente acerca do sionismo. Durban, há quatro anos, foi um desses locais, mas a reunião não era académica. Alguns dos nossos amigos revisionistas tentaram organizar em Beirute, há alguns anos, uma conferência sobre “Revisionismo e Sionismo”, mas a pedido do Estado israelita os EUA pressionaram o governo libanês e ameaçaram cancelar um empréstimo de quinze milhões de dólares. A conferência acabou por não decorrer. Portanto, agradecemos a oportunidade para nos encontrarmos e conversarmos e exprimimos a nossa gratidão aos organizadores. (mais…)

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