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Archive for the ‘Robert Faurisson’ Category

robertfaurrisonRobert Faurisson

No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade de 13.000 habitantes na Alta Silésia Alemã. Porém, no mês de maio desse mesmo ano começou-se a edificar, nas suas cercanias, um “campo de trânsito” para 10.000 prisioneiros poloneses.

Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz se converteu no centro de um conjunto de quase quarenta campos e subcampos e a capital de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica, fábricas de armas,…) onde trabalhavam inúmeros detidos -principalmente poloneses e judeus -ao lado de trabalhadores civis. (mais…)

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robertfaurrisonRobert Faurisson

Pela primeira vez em sessenta anos, o jornal diário francês Le Monde manifestou um pouco de humanidade e compreensão para com o povo alemão chamando a atenção para o sofrimento atroz infligido à nação enormemente derrotada pelos Aliados da altura da guerra. Na primeira página da sua edição de 13-14 de Fevereiro, o jornal editou um cabeçalho de três colunas entitulado “La Renaissance de Dresde Réveille la Mémoire Allemande” (“O Renascimento de Dresden Desperta a Memória Alemã”). A página 2 era dedicada por inteiro às comemorações do bombardeamento de Dresden em 1945. O editorial, na página 17, tinha o título de “Mémoire Allemande” (“Memória Alemã”); era, obviamente, de tom jesuíta mas notei algumas frases que me deram alguma esperança; por exemplo: “Com o passar dos tempos, testemunhamos uma reexaminação da História da Alemanha com os seus pontos obscuros e com os seus pontos brilhantes.”

A tsunami holocaustica de Janeiro enterneceu um bom número de franceses. Mas parece que, desde o início deste mês, se iniciou uma reviravolta que começa a tomar conta da consciência pública. Mantemos a esperança de que esta reviravolta se mantenha a longo prazo na França, na Alemanha e no resto do mundo. (mais…)

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robertfaurrisonRobert Faurisson

Estas linhas não são destinadas àqueles que já conhecem Ernst Zündel – o homem, a sua obra e os seus escritos – mas aos canadianos que conhecem só aquilo que a comunicação social, como um todo, tem dito sobre ele. Pode recear-se que esses canadianos possam julgá-lo mal e, talvez, odiá-lo.

Para essas pessoas, que, pelo que sei, estão enganadas, tenho que afirmar: examinem cuidadosamente a imagem que a comunicação social do vosso país tenta dar deste homem, não vos permitindo ouvir a voz dele. Utilizem o vosso discernimento.

Para começar, estejam alerta quanto à natureza vaga, repetitiva e vazia das acusações levadas a cabo contra ele. Não se deixem levar pela utilização obsessiva de palavras como “nazi” ou “anti-semita”. Estes termos são utilizados contra ele fácil e mecanicamente como insultos provocadores. Não partem de qualquer tentativa de análise. (mais…)

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robertfaurrisonRobert Faurisson

O meu nome é Robert Faurisson. Tenho 63 anos de idade. Sou professor universitário e estou a visitar Estocolmo. Estamos a 4 de Dezembro de 1992. Vou ficar na casa do meu amigo Ahmed Rami. Estou a gravar esta conversa numa cassete para que a possa transmitir em qualquer estação de rádio na Suécia. Cheguei ontem ao Aeroporto de Arlanda. Esta é a minha segunda visita à Suécia. A primeira foi a 17 de Março de 1992. Nesse mesmo dia, fui mandado parar pela Polícia. Ontem fui novamente mandado parar pela Polícia. As questões que me colocaram foram mais ou menos as mesmas. Deste modo, vou dar-vos essas questões e as minhas respostas. A primeira pergunta foi: “Porque é que está na Suécia?”. A primeira vez respondi: “Para visitar o meu amigo Ahmed Rami e para me encontrar com os média Suecos que me têm insultado e que nunca explicaram aos seus leitores e ouvintes o que é que eu defendo como revisionista”. Da segunda vez (ou seja, ontem), eu respondi: “É para me encontrar com o meu amigo Ahmed Rami. É uma visita particular”. De qualquer forma, encontrei, assim que saí do Aeroporto, muitos, muitos jornalistas Suecos. E tinha que dizer alguma coisa. Então fiz uma breve declaração. Mas tarde falarei sobre ela. Outra pergunta feita pela Polícia foi: “Alguma vez foi condenado no seu País, França, pelas suas convicções?”. A minha resposta foi: “Sim”. E depois perguntaram-me: “Alguma vez esteve preso?” A minha resposta foi: “Infelizmente, ainda não, mas estou pronto para ir para a prisão.” E a seguir veio a terceira questão: “Houve algum País que o expulsou, ou algum que tenha proibido a sua entrada?” E eu disse-lhes: “Não. Viajei por dezenas de países, mas nunca fui expulso de nenhum. E nunca me tinham interrogado desta maneira. O primeiro País que me faz este tipo de questionário é o vosso.” E eu disse isto tudo aos dois Polícias do Serviço de Imigração. Julgo que essas foram, mais ou menos, as perguntas que me fizeram. Eles decidiram que eu poderia sair do aeroporto e ir para a cidade. Como podem ver, a Suécia continua a ser um País livre. (mais…)

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Robert FaurissonFlávio Gonçalves

O revisionista francês Robert Faurisson terá que responder em tribunal pela acusação de ter participado na conferência de Teerão. Faurisson relatou que recebeu uma carta da polícia judiciária francesa (DCPJ) a requisitar a sua comparência perante o tribunal no dia 24 de Janeiro.

A 11 de Dezembro de 2006 a República Islâmica do Irão organizou uma conferência de dois dias intitulada “Holocausto: Visão Global”, de modo a aprofundar as alegações ocidentais a respeito desse incidente histórico, além Faurisson estiveram presentes dezenas de outros historiadores e investigadores oriundos de todo o mundo, entre eles a minha pessoa e, supostamente, o Nuno Rogeiro (se bem que eu só o tenha visto no avião destinado a Portugal). (mais…)

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