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Archive for the ‘S. E. Castan’ Category

siegfriedellwangerS. E. Castan

Por conter várias importantes informações, principalmente sobre alemães pós guerra que, conforme parecer de Napoleão Bonaparte são capazes e realmente perseguem seus próprios concidadãos como se fossem inimigos, mediante uma simples parábola (no presente caso a lenda do “holocausto judeu”), pois nas prisões alemães tem professores, estudiosos, historiadores, inclusive idosos mofando por negarem a própria existência de câmaras de gás, que são uma exclusividade dos EUA, transcrevo a carta que enviei no dia 20/2/1988, ao então Presidente da República Sr. José Sarney:

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 1988

Ao
Exmo. Sr. JOSÉ SARNEY
Brasília – D.F.

Prezado Senhor Presidente, (mais…)

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Afim de dar a oportunidade aos internautas para conhecerem, ao menos uma milionésima parte, das histórias e os depoimentos de chamadas ‘testemunhas oculares’, que ajudaram a construir a muito conveniente vitimização judaica e a difamação da derrotada Alemanha – fato que denominei em 1986 como “A Mentira do Século”, e que agora, em 2001, foi denominada “A Indústria do Holocausto”, até por um competente pesquisador e historiador judeu norte-americano, o Prof. Norman Finkelstein – volto a apresentar novas informações a respeito.


Como anteriormente, informo que os títulos para cada depoimento, bem como observações ou comentários, geralmente entre parêntesis, são de minha autoria. (mais…)

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Stanislaw Szmajzner, foi o autor do livro “Inferno em Sobibor”, posteriormente transformado em filme.

Vamos examinar como ele descreve sua chegada de trem, em Sobibor:

“No exato momento em que a turba saía dos vagões, e antes mesmo que pudéssemos estar todos já descarregados, tive a oportunidade de ver PESSOALMENTE, um elemento elegantemente uniformizado. Trajava calças cinza, característica do exército alemão, um impecável dolmã branco e um casquete muito bem posto à cabeça. Atirava com pistola em judeus que estavam desembarcando, e nisso era acompanhado por outro oficial, excessivamente alto, sem contar outros mais. Que praticavam tiro em alvos indefesos. Em virtude dessa inominável atitude, dezenas dos nossos ficaram ali prostados, no ato mesmo antes do desembarque, junto aos carros onde viajaram. A finalidade dessa cena era impor, logo à chegada, terror e obediência aos judeus, incapacitando-os para qualquer tipo de reação.” (mais…)

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São de minha autoria todos os títulos e comentários, em negrito ou não, bem como os colocados entre parêntesis, para os diversos depoimentos destinados à difamação alemã e vitimizar o povo judaico – foram selecionados por mim, para que os leitores tenham uma idéia da extensão do trabalho da Indústria do Holocausto (nome escolhido pelo historiador judeu norteamericano Norman Finkelstein), e à Mentira do Século (nome escolhido por mim para definir o chamado ‘holocausto judeu’) .

(Filip Friedman)
O historiador Raul Hilberg, na sua longa e já diversas vezes citada obra, que é muito considerada, cita este autor do livro “This was Oswiecim”, Londres 1946, nada menos que seis vezes. O Filip escreveu à p.14: ” Quando concluimos o ano de 1941, a fábrica da morte de Oswiecim (Auschwitz) já havia consumido 5.000.000 de pessoas, de acôrdo com outros cálculos até 7.000.000″. (Interessante notar que o Prof. Hilberg considera o Filip uma fonte muito séria…, apesar do próprio Hilberg indicar apenas (!) 1.500.000 de assassinados em Auschwitz … ). (mais…)

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Continuando a série de histórias e depoimentos de testemunhas oculares que formaram a Mentira do Século, e fazem parte da somente agora chamada A Indústria do Holocausto, temos a satisfação de apresentar mais uma série, para que o leitor possa fazer uma consciente apreciação daquilo que nos foi e continua sendo apresentado há mais de 50 anos.

Interessante a observação, a esse respeito, do historiador francês Jacques Baynac, no livro “Le Nouveau Quotidien”, Lausanne, set.1997: “Para um pesquisador histórico, um depoimento de testemunha não representa uma história autêntica. Ele é um objeto da história. O depoimento de uma
testemunha não tem muito peso, vários depoimentos não pesam mais, se nenhum documento os apóia.
O postulado para uma pesquisada historiografia, sem nenhum exagero, pode ser intitulada: Sem papel,
Sem acontecimentos comprovados”. (mais…)

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Ben Abraham

Judeu polonês, nasceu em Lodz, em 1924, é autor de quatro obras: Holocausto, …E o mundo Silenciou, Desafioo ao Destino e Izkor, com tiragem acima de 400.000 volumes, jornalista, conferencista e apresentador de “mostras fotográficas” no Brasil, é sem dúvida nenhuma o mais dedicado e conhecido divulgador do chamado “holocausto judeu” no Brasil. Em outras palavras, o Sr. Ben é o maior responsável pela lavagem cerebral que nosso povo sofreu e ainda sofre com sua ativa participação daquilo que chamamos a “Mentira do Século”: a morte de 6 milhões de inocentes judeus em câmaras de gás nazistas.

O intenso trabalho do Sr. Ben só perde para os filmes, TV, revistas e jornais, que atingiram um público muito superior e funcionaram e ainda funcionam ininterúptamente há mais de 50 anos. Sua dedicação ao assunto, lhe valeu ser nomeado Presidente da Associação dos Sobreviventes do Nazismo (mais…)

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Da obra de Raul Hilberg “The Destruction of the European Jews”, página 1042:

“Um homem da SS retirou o envólucro de vidro de um recipiente, lançando um conteúdo atrás do outro, de Ziklon B, na câmara de gás… Dentro de 15 minutos, às vezes até de apenas 5, todos estavam mortos. Então se deixava o gás se evaporar e após apximadamente meia hora a porta era aberta (sem citar como o gás conseguiu ser retirado nesse período, nem para onde o vento o levou, pois ao lado daquilo que dizem ter sido uma câmara de gás, estava localizado um hospital e o alojamento dos soldados alemães !), e o comando especial formado por judeus, e portando máscaras contra gás, puxavam os cadáveres próximos à porta, para abrir um caminho entre os mesmos…

À página 947 ele explicou que as câmaras eram muito grandes, mais de 200 metros quadrados, na qual cabiam 2.000 cadáveres (10 por m2 ?…) (mais…)

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