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Archive for the ‘Willis Carto’ Category

williscartoWillis Carto

Não sou o primeiro a apontar que qualquer pessoa que contempla a História até certo ponto revê tudo aquilo que aconteceu, ou o seu esforço seria inútil. Nos EUA, nos quais baseio esta tese, o termo “revisionismo histórico” foi utilizado pela primeira vez para descrever o trabalho de historiadores que, depois da Primeira Guerra Mundial, refutavam a teoria de culpabilização da guerra na qual se delineava o Tratado de Versalhes, a propaganda vinda do tempo de guerra que apontava a Alemanha como a única culpada por aquela trágica e desnecessária guerra. Nesse esforço, o Dr. Harry Elmer Barnes foi o mais proeminente, apesar de não ter sido o único historiador envolvido na polémica. Portanto, nada mais natural do que o termo “revisionismo do Holocausto” vir a ser utilizado para descrever o processo que se iniciou logo depois da Segunda Guerra Mundial, um processo no qual o Dr. Barnes também esteve envolvido, se bem que desta vez de um modo mais discreto, pois os apologistas da falsa História no que toca “ao Holocausto” – nome pelo qual ficou conhecido o conto da exterminação – são muito mais fortes, mais bem organizados e abastecidos por vastas quantidades de dinheiro e dispostos a manchar os escritos e a reputação de todo aquele que seja tolo o suficiente para contradizer a tese extrema de que seis milhões de judeus foram gaseados ou de qualquer outro modo assassinados pelos nazis.

A educação deste vosso escriba no que toca à credibilidade da tese dos seis milhões iniciou-se quando me deparei com uma simples carta ao editor do jornal Our Sunday Visitor, na edição do dia 14 de Junho de 1959, escrita por Steven F. Pinter, que afirmava ter estado em Dachau durante 17 meses depois da guerra como advogado do governo dos EUA e afirmava que não existiam quaisquer câmaras de gás lá ou em qualquer outro campo de detenção na Alemanha. Esta simples carta, naturalmente, não conseguia contrapor as toneladas de notícias e livros sobre o Holocausto mas a partir dessa altura comecei a prestar atenção às evidências dos dois lados em vez de aceitar a tese exterminacionista sem qualquer criticismo. Eu era um revisionista do Holocausto em potencial. (mais…)

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