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normanfinkelsteinNorman Finkelstein: contra a elite judaica dos EUA e de Israel

O ensaísta americano de origem judaica Norman G. Finkelstein acaba de lançar um livro bombástico sobre o assunto na Inglaterra e nos Estados Unidos – mas sua argumentação vai numa direção inesperada e chocante. Em The Holocaust Industry (A Indústria do Holocausto), que tem lançamento no Brasil previsto para 2001 pela Record, Finkelstein acusa a elite judaica americana e israelense de ter usurpado o espaço dos que foram atingidos pela perseguição nazista. “Dividendos consideráveis decorrem dessa vitimização ardilosa”, escreve Finkelstein. Segundo ele, ao fabricar uma mitologia a partir de fatos históricos, e transformar o holocausto em arma ideológica, políticos de Israel e judeus ricos da América buscaram atingir duas metas: justificar políticas imperialistas no Oriente Médio e obter indenizações multimilionárias de governos e empresas da Europa. Continuar a ler »

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normanfinkelsteinEm seu “A indústria do Holocausto”, Norman Finkelstein, judeu e filho de sobreviventes de campos de concentração, aponta o que chama de conspiração sionista por parte de israelenses e judeus americanos para aproveitar-se da Solução Final de Hitler.
Norman Finkelstein deve ter dado um berro quando leu as palavras de Hadassah Lieberman, mulher do candidato democrata à vice-presidência, quando, no início deste mês, ela se dirigiu a uma multidão de partidários no Memorial de Guerra, em Tenessee. Lá, entre o marido Joseph e o candidato à presidência, Al Gore, disse ao público que o Memorial celebrava “os heróis norte-americanos, os soldados que libertaram minha mãe de Dachau e Auschwitz.”

Como o “New York Times” gentilmente registrou, o Memorial lembra é a morte dos quase quatro mil homens do Tenessee na Primeira Guerra Mundial. Aliás, foram os russos, não os americanos, que libertaram Auschwitz. Mas o que provavelmente tirou Finkelstein do sério foi o comentário de uma amiga de Hadassah Lieberman, Mindy Weisel, publicado no mesmo “Times”. Acho que o fato de ter sido filha de uma sobrevivente do holocausto deu a ela uma humanidade que muita gente não tem.” Continuar a ler »

sergethionSerge Thion

Não existem muitos lugares neste planeta nos quais um grupo de académicos originários de vários países possam falar abertamente acerca do sionismo. Durban, há quatro anos, foi um desses locais, mas a reunião não era académica. Alguns dos nossos amigos revisionistas tentaram organizar em Beirute, há alguns anos, uma conferência sobre “Revisionismo e Sionismo”, mas a pedido do Estado israelita os EUA pressionaram o governo libanês e ameaçaram cancelar um empréstimo de quinze milhões de dólares. A conferência acabou por não decorrer. Portanto, agradecemos a oportunidade para nos encontrarmos e conversarmos e exprimimos a nossa gratidão aos organizadores. Continuar a ler »

Paul Rassinier

paulrassinierPaul Rassinier é considerado de modo geral como sendo o fundador do revisionismo académico do Holocausto. Nascido em França a 18 de Março de 1906, tendo estudado como educador, foi professor de História e de Geografia na escola secundária de Faubourg de Montbeliard.

Durante a Segunda Guerra Mundial fundou a organização de resistência “Libé-Nord”, que auxiliou na fuga de judeus da França ocupada pelos alemães para a Suíça. Como resultado foi preso pela Gestapo em Outubro de 1943 e deportado para a Alemanha, na qual foi mantido cativo nos campos de concentração de Buchenwald e de Dora até ao fim da guerra. Continuar a ler »

siegfriedellwangerS. E. Castan

Afim de dar a oportunidade aos internautas para conhecerem, ao menos uma milionésima parte, das histórias e os depoimentos de chamadas ‘testemunhas oculares’, que ajudaram a construir a muito conveniente vitimização judaica e a difamação da derrotada Alemanha – fato que denominei em 1986 como “A Mentira do Século”, e que agora, em 2001, foi denominada “A Indústria do Holocausto”, até por um competente pesquisador e historiador judeu norte-americano, o Prof. Norman Finkelstein – volto a apresentar novas informações a respeito.


Como anteriormente, informo que os títulos para cada depoimento, bem como observações ou comentários, geralmente entre parêntesis, são de minha autoria. Continuar a ler »

siegfriedellwangerS. E. Castan

Stanislaw Szmajzner, foi o autor do livro “Inferno em Sobibor”, posteriormente transformado em filme.

Vamos examinar como ele descreve sua chegada de trem, em Sobibor:

“No exato momento em que a turba saía dos vagões, e antes mesmo que pudéssemos estar todos já descarregados, tive a oportunidade de ver PESSOALMENTE, um elemento elegantemente uniformizado. Trajava calças cinza, característica do exército alemão, um impecável dolmã branco e um casquete muito bem posto à cabeça. Atirava com pistola em judeus que estavam desembarcando, e nisso era acompanhado por outro oficial, excessivamente alto, sem contar outros mais. Que praticavam tiro em alvos indefesos. Em virtude dessa inominável atitude, dezenas dos nossos ficaram ali prostados, no ato mesmo antes do desembarque, junto aos carros onde viajaram. A finalidade dessa cena era impor, logo à chegada, terror e obediência aos judeus, incapacitando-os para qualquer tipo de reação.” Continuar a ler »

siegfriedellwangerS. E. Castan

São de minha autoria todos os títulos e comentários, em negrito ou não, bem como os colocados entre parêntesis, para os diversos depoimentos destinados à difamação alemã e vitimizar o povo judaico – foram selecionados por mim, para que os leitores tenham uma idéia da extensão do trabalho da Indústria do Holocausto (nome escolhido pelo historiador judeu norteamericano Norman Finkelstein), e à Mentira do Século (nome escolhido por mim para definir o chamado ‘holocausto judeu’) .

(Filip Friedman)
O historiador Raul Hilberg, na sua longa e já diversas vezes citada obra, que é muito considerada, cita este autor do livro “This was Oswiecim”, Londres 1946, nada menos que seis vezes. O Filip escreveu à p.14: ” Quando concluimos o ano de 1941, a fábrica da morte de Oswiecim (Auschwitz) já havia consumido 5.000.000 de pessoas, de acôrdo com outros cálculos até 7.000.000″. (Interessante notar que o Prof. Hilberg considera o Filip uma fonte muito séria…, apesar do próprio Hilberg indicar apenas (!) 1.500.000 de assassinados em Auschwitz … ). Continuar a ler »